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quarta-feira, 22 de abril de 2009

O Cara é o Kutiman

É impressionantemente, surpreendente, sensacional, criativo, positivo, sadio, anárquico, idoneamente geek, inteligentemente livre e devastadoramente afinado a nova mídia.

Mother of All Funk Chords - E9


Nada mais a dizer ... estou sem palavras!!!! :-)
Thru-you Aperte o play ...

I'm New
Destaque para ElexisTrinity, para o rapper HE 513knect e também para segunda cantora (Misteriosa Mandy).


Se você ja assistiu o video, prossiga: O que ele fez do Noturno de Chopin foi magnífico, acho pouco provável que isso seja percebido facilmente, mas basta conferir no video original - Chopin Nocturne Number 13 in C-Minor Op.48 No.1 . Eu percebi de cara pq cresci ouvindo minha mãe tocar Chopin de forma maravilhosa, sempre.

Wait For Me



OBS: pOR fAvoR, Não deixe de conferir na totalidade as informações sobre o video que ele escreve.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Bit Box - Beat Box

O que é o Bit Box (Beat-Box)?

1- Um novo estilo de música? Acho que não.
2- É uma nova forma de música? Dependendo do ponto de vista, pode ser.

Multiplexação Vocal
Arrisco definir da seguinte forma:
Uma técnica de expressão musical, relativamente nova, que vem se aprimorando cada vez mais. Usa exclusivamente como instrumento a voz, imitando Drums Kit (Setups de percursão), sons eletrônicos (Sintetizadores, lead, pad, bass, fx). Cujo ênfase está na multiplexação da fala visando simular a emissão de sons simultâneos mixando esses efeitos (podendo haver o auxílio precursivo de qualquer parte do corpo).
O primeiro exemplo de algo semelhante ao Bit-Box que vi foi no início da década de 80 em uma performance de Bobby McFerrin.



Agravação de "Can't take my eyes off of you" por Lauryn Hill (no album The Miseducation) foi um tremendo holofote sobre o estili do Bit-Box.






Atualizando o post, graças ao comentário do Malta. Sobre o T 6. Por incrível que pareça eles estavam na minha mente enquanto eu escrevia este post. Então, por isso vou adicionar mais um exemplo. Segue uma faixa onde eles estão juntos: Take 6, Bob Mcferrin, em companhia de um timaço de gênios na música atual (Só tem fera).

B.DoinIt (Quincy Jones – Back On The Bloc)


Acabei encontrando um tutorial. Tem uma série de vídeos no YouTube sobre ...



O site do do Tyte



Marvin Gay by Take 6

Take 6 - What's Goin On (Live)


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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Jobim e Vinicius

Eu tive o privilégio de conhecer e conviver com personagens de extrema importância dentro do cenário da música popular brasileira. Ouvi as histórias, famosas, da bossa nova por seus próprios protagonistas.
A sabedoria do Gato, grande mestre, saudoso, Durval Ferreira. A genialidade bem humorada do cordial João Donato. Carlos Lyra, o Shakespeare da MPB. Roberto Menescal, o mentor, dentre outros gigantes. Pelos quais tenho profunda admiração.
Embora não tenha sido possível conhecer o Tom nem o Vinicius pessoalmente, pude conhecê-los um pouco, de uma forma que considero especial, oque também entendo como privilégio, pois posso olhar dentro de sua obra.



Através dos olhos desses amigos, professores. Neste artigo, trago minha leitura de um momento, de um acontecimento: Tom e Vinicius

O Que Tinha de Ser




OBS: Na partitura acima, eu não transcrevi a interpretação da Elis.




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Usando Sibelius - Editor de Partitura ... Aos Nossos Filhos (Ivan Lins)

Perdoem a cara amarrada,
Perdoem a falta de abraço .... 




Apara adicionar uma cifra no Sibelius pressione Ctrl + K, o cursor vai ficar ativado (Azul), então basta clickcar sobre o compasso o qual receberá a cifra. Agora digite normalmente a cifra. Pronto!

Para deletar, excluir, um compasso: Com o Ctrl pressionado, click sobre o compasso a ser excluido. Ele vai ficar selecionado com uma dupla borda, agora basta pressionar “Delete”. 

Para deletar vários compassos de uma só vez: Com o Ctrl pressionado, click sobre um dos compassos a serem excluidos. Ele vai ficar selecionado com uma dupla borda, em seguida pressione o Shift, o mantendo pressionado, para selecionar os demais compassos.

Para determinar a quantidade de compassos numa linha: Click sobre a barra de compasso final do último compasso que você deseja que fique na linha, em seguida pressione “Enter”.
Veja a ilustração abaixo:



Na imagem seguinte, clickei sobre a barra de compasso final do último compasso que você eu quero que fique na linha, no meu caso o quarto compasso da primeira linha. Em seguida, pressione “Enter”.



Perdoem a falta de espaço,
Os dias eram assim...



Perdoem por tantos perigos,
Perdoem a falta de abrigo,
Perdoem a falta de amigos,
Os dias eram assim...


Como ilustração das funcionalidades vistas no Sibelius



Segue partitura com a cifragem da minha interpretação dessa obra prima do Ivan e do Vitor. Mudei um pouco a harmonia em alguns trechos (pra variar um pouco). Alterei também o andamento, na versão que linkei com o MP3 tube o Ivan gravou um rubato em 6/8 (me parece ...). Escrevi em 4/4 ...

Aos Nossos Filhos – (Ivan Lins e Vitor Martins)



Para quem não conhece .... segue versão com o próprio

 Ivan Lins - Aos Nossos Filhos

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domingo, 22 de junho de 2008

Chromazone - Guitar and Bass

Nas horas não vagas, quando preciso zerar a mente, sentir como se ela fosse um papel em branco, encontro na música uma forma rápida e eficiente de atingir este estado. O tema do momento no meu momento é o “ultimate-extreme-hardcore” Choramazone. Sem sombra de dívida uma zona radical, contundentemente adiatônica, paradoxalmente polirrítmica. Essa música da onda .... hehehehhe
Corrigi alguns compassos da partitura que postei anteriormente. Contudo, não está academicamente perfeita, mantive a imperfeição conveniente e agradável, mas com um pouco de boa vontade dá pra entender tudo direitinho que está escrito (hehehhe).
Além disso, escrevi a partitura do baixo (Bass - score). Deu um trabalhinho fazer essa transcrição, estou sem prática. Apesar disso, foi mto prazeroso absorver esse groove (da melhor qualidade). Procurei a rodo na Internet, não achei nenhuma partitura (transcrita) do baixo do Chromazone, as vezes fico abismado como esse tipo de conteúdo é raro na web. Acho lamentável e não consigo entender pq!
O próximo passo será partir para os improvisos. Isso vai ser pedrera, um solo do Stern e um do Brecker!!! Aula de pós-graduação! Bem, se eu sobreviver ... vai ser relatado aqui ... hhehehhe.
Chega de papo ... segue as partituras:


página 1 de 4


página 2 de 4


página 3 de 4



página 4 de 4

Cavadas ...

Bass:

página 1 de 2



página 2 de 2


Guitar:

página 1 de 2




página 2 de 2



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sexta-feira, 14 de março de 2008

Mike Stern - Chromazone

Startamos o projeto Chromazone

Mike Stern, Michael Brecker & Cia ....

No CD Time in Place, a formação de Chromazone foi:

  • Mike Stern - guitar
  • Michael Brecker - tenor saxophone
  • Jim Beard - keyboards
  • Jeff Andrews - electric bass and fretless bass
  • Peter Erskine - drums
  • Don Alias - percussion


Nada mais justo que uma prova, só para dar uma idéia de como o bagulho funfa!!! Funfa, amigo ... e funfa bem!





Não encontrei nenhum video do Mike tocando dessa música. O Google não retornou nada buscando em páginas em português!!! Lamentável









Já que estamos falando sobre este assunto segue um pouco de Michael Brecker



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domingo, 24 de fevereiro de 2008

Cifra – Tríades, Tétrades e Acordes Invertidos

A Cifra pode informar sobre a inversão do acorde. Toda via, cuidado, pois na teoria musical existem regras que determinam o que é, e como fazer inversão de acordes. Vamos ver um pouco sobre isso neste artigo.

Tríades: Tipo de acorde constituído por apenas três notas, dispostas em intervalos de terças superpostas. A classificação de intervalos define a terça sob duas classificações:

2 tons – terça maior.
1, 5 tom – terça menor.

Exemplo:

---- (2tons) ---- Mi -- (1,5 tom) -- Sol




Antes de falarmos de inversão vamos esclarecer alguns pontos que podem confundir quem está iniciando no assunto: Sobre as notas de um acorde.

1 – Fundamental: Nota que identifica, denomina, o acorde. Ela é sempre a nota mais grave do acorde quando ele se encontrar na posição fundamental.

2 – Baixo: É sempre a nota mais grave do acorde. Independente da posição ou inversão que ele se encontra no momento em que esta sendo executado. Considero que o conceito de baixo deve estar associado ao efeito sonoro que nota, pela sua altura, produz. Por exemplo, uma tríade cujo a sua nota mais grave esteja acima do sol 3 pode ser considerado um acorde onde baixo foi suprimido.

3 – Terça: Segunda nota da tríade ou tétrade quando ela se encontra na posição fundamental. A terça define o modo do acorde. O Modo informa se o acorde é maior ou menor.

4 – Quinta: Terceira nota da tríade ou tétrade, isto quando ela se encontra na posição fundamental. A quinta define se o acorde é alterado ou não.

Posição fundamental:

Uma tríade ou tétrade encontra-se na posição fundamental quando a fundamental é a nota mais grave. Em outras palavras, sobre esta configuração dizemos que o acorde não esta invertido. Exemplo: Mi maior na posição fundamental - E



OBS: Obrigatoriamente, a posição fundamental exige que a tríade esteja na posição fechada (pretendo discutir sobre posição do acorde mais tarde).

Primeira Inversão:
Uma tríade encontra-se na primeira inversão quando a terça é a nota mais grave. Exemplo: Invertendo a tríade exemplificada na imagem anterior (Sol# - Si – Mi)




Segunda Inversão:
Uma tríade encontra-se na segunda inversão quando a quinta é a nota mais grave. Exemplo: Invertendo a tríade exemplificada na imagem anterior (Si – Mi – Sol#).




Considerações:
 - Um acorde pode ser invertido.
- Uma Tríade pode ser invertida, ela, além da posição fundamental, pode gerar duas inversões.
- Toda tríade é um acorde, mas nem todo acorde é uma tríade, ou mesmo se quer possuir uma em sua estrutura.


Eu usei o assunto sobre tríades para falar sobre inversão porque acredito ser a forma mais objetiva e pratica. Sendo esta estrutura de acorde simples, fica muito mais fácil introduzir o assunto através dela.

Cifrar inversão de acordes:
Cifrar uma inversão de acorde é muito intuitivo. Indicamos o acorde normalmente com a letra maiúscula (de acordo como explicamos no artigo anterior), caso o acorde seja menor acrescentamos o “m” minúsculo, para indicar a inversão coloca-se uma barra sucedida da letra correspondente a nota que esta no baixo.

Exemplo acorde maior:

C – Dó maior com a fundamental no baixo.
C/E – Dó maior na primeira inversão. Com a terça no baixo.
C/G – Dó maior na segunda inversão. Com a Quinta no baixo.

Exemplo acorde menor:

Em – Mi menor com a fundamental no baixo.
Em/G – Mi menor na primeira inversão. Com a terça no baixo.
Em/B – Mi menor na segunda inversão. Com a Quinta no baixo.

OBS: É importante lembrar que as cifras exemplificadas acima não indicam obrigatoriamente acordes em estrutura de tríades. Todas as cifras acima tranquilamente, dependendo do contexto corresponder aos seguintes acordes:




No caso das tétrades, no que tange inversão de acorde, segue o mesmo esquema. Contudo, só é permitido cifrar inversão de acorde com sétima menor. Visto que, em via de regra, não é permitido nota de tensão no baixo.
Cabe lembrar que, existe uma técnica de harmonização baseada em tríades ensinada em “Berklee College” no curso de arranjo (que o Ian traduziu com “Tríades Estranhas”), essa técnica se baseia em regras especificas, totalmente diferente da aplicação convencional de tríades, as quais favorecem e permitem inversões de acordes com notas de tensão no baixo.

Por hora é só ....

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Cifra

Pré-requisito:

Para um entendimento pleno do sistema de notação musical “Cifra” e necessário o conhecimento prévio dos seguintes assuntos:

* Intervalo.
* Escala Diatônica:
o Maior.
o Menor Natural.
o Menor Harmônica.
o Menor Melódica.
* Ciclo de Quartas e de Quintas.


Definição:

Trata-se de uma simbologia universal desenvolvida para representar um acorde e/ou uma situação harmônica. Ela não deve, de modo geral, induzir ou mesmo predeterminar qualquer informação sobre a posição do acorde, exceto quando se refere a uma inversão do baixo, ou em alguns casos específicos (esses casos devem ser tratado como exceção, não como forma geral). Até hoje na música ainda não foi definido um padrão único de cifragem. Teóricos e estudiosos, ainda lutam pela adoção e difusão de um padrão mais homogêneo. Por isso, e bastante comum encontrarmos divergência de opiniões e simbologias diferentes para cifragem. Um nome de destaque nesse contexto é o professor Ian Guest.

Objetivo:

A Cifra traz na sua essência o objetivo de indicar o “modo” do acorde, a escala e a função harmônica do momento. Com o uso da Cifra evita-se a notação do acorde em pauta, com isso ganhamos em legibilidade e interpretação do trecho musical. Além disso, a utilização da Cifra enfatiza a criatividade do músico, na medida em que ela da liberdade para o mesmo escolher a posição do acorde mais favorável a sua sensibilidade em relação ao tema, o qual executa, bem como os recursos delimitados por seu instrumento.

Devemos evitar ao Cifrar um acorde:

1) Over informação.

Utilização de símbolos que possam, a primeira vista, confundir o leitor, provocando um interpretação equivocada do acorde.

2) Dispensa-se: O emprego de sinais matemáticos ou quaisquer outros que não possuam sentido musical. Exemplo: Operador de soma “+” e operador de subtração “”.

Uma cifragem de difícil entendimento, bem como as que foram escritas com over informação, não significam um alto nível de conhecimento de harmonia. Muito pelo contrário, justamente porque a inteligência do emprego da cifragem é refletido na fácil visualização e interpretação do significado lógico dos movimentos harmônicos.
É fundamental que a programação visual de uma música cifrada seja clara, de fácil entendimento.


Cifrando Acordes:
Usamos as sete primeiras letras, maiúsculas, do alfabeto para representar as sete notas musicais. Partindo da nota Lá até a nota Sol, respectivamente:

  1. Lá = A
  2. Si = B
  3. Dó = C
  4. Ré = D
  5. Mi = E
  6. Fá = F
  7. Sol = G


Na Cifra, a letra maiúscula que indica o carde, informa quem é a nota fundamental do acorde. Ou seja, a nota mais grave (que dá nome ao acrode) quando o acorde se encontrar no estado fundamental. Quando a fundamental for uma nota acidentada acrescentamos a letra Maiúscula um sinal de sustenido (#) ou bemol (b) imediatamente a direita da mesma. Exemplo:

* C# (Dó sustenido)
* Eb (Mi bemol)

Quanto ao modo do acorde

Acorde Maior: Simplesmente não é usado nenhum símbolo que indique isso. Ou seja, é usado somente a letra maiúscula. Em caso de acidente, como mencionado acima, usamos o sustenido e o bemol imediatamente a direita da letra.

Acorde Menor: Para isso usamos a letra “m”, em minúsculo, imediatamente a direita da letra (e o símbolo de acidente, se for o caso). Exemplo:

Cm (Dó menor)

Fm (Fá menor)

Bbm (Si bemol menor)

C#m (Dó sustenido menor)


OBS: Todo acorde subentende uma ou mais escalas, na cifragem de acordes é imprescindível que a simbologia usada deixe muito claro qual a escala (ou quais são as escalas) sobre a qual se estrutura o acorde cifrado.

Notas adicionais nos acordes:

Para indicar a amplitude de um acorde podemos usar algarismos. Os números representam o grau da nota adicional. Embora não seja obrigatório o uso desse recurso, pois o uso de notas adicionais pode ser feito implicitamente. Lembre-se que a Cifra não se ocupa de informar a forma ou quantidade de notas no acorde, pois como foi dito anteriormente a liberdade para o músico montar o acorde cifrado é precedente. Toda via, em muitos casos é conveniente fazer isso explicitamente, principalmente quando a presença da nota adicional não for uma coisa obvia.

Cifras para notas adicionais explicitas:

* Sétimo Grau: A classificação para o sétimo grau define dois intervalos: Refere-se ao sétimo grau da escala sobre a qual o acorde é construído.
A) Sétima Maior: Usa-se o algarismo “7” sucedido da letra “M” maiúsculo. Exemplo:

+ C7M – Dó maior com sétima maior (Escala mior).
+ F#7M – Fá sustenido maior com sétima maior (Escala maior).
+ Ebm7M - Mi bemol menor com 7 maior (escalas menor harmônica ou melódica).

B) Sétima Menor: Usa-se apenas o algarismo “7”. Exemplo:

+ C7 – Dó maior com sétima menor (Escala maior).
+ F#7 – Fá sustenido maior com sétima menor (Escala Maior).
+ Em7 – Mi menor com sétima menor (Escala menor natural).


* Nono Grau: A classificação para o nono grau define três intervalos: Referem-se ao nono grau da escala sobre a qual o acorde é construído.
A) Nona Maior: Usa-se apenas o algarismo “9”. Exemplo:
  + D9 – Ré maior com nona maior (Escala Maior).

B) Nona Menor: Usa-se o algarismo “9” precedido do símbolo de bemol “b”
entre parênteses. Exemplo:

+ D7(b9) – Ré maior com sétima menor e bemol nove (Escala menor
harmônica ou melódica).
+ Ab7(b9) – Lá bemol maior com sétima menor e bemol nove (Escala menor
harmônica ou melódica).
C) Nona Aumentada: Exclusiva para acordes dominantes. Usa-se o algarismo “9” precedido do símbolo de sustenido “#” entre parênteses. Exemplo:
  + D7(#9) – Ré maior com sétima menor e nona aumentada (Escala menor harmônica ou
melódica).
+ Ab7(#9) – Lá bemol maior com sétima menor e nona aumentada (Escala menor
harmônica ou melódica).

* Quarto Grau: A classificação para o quarto grau define dois intervalos: Refere-se ao quarto ou décimo primeiro grau da escala sobre a qual o acorde é construído, convencionalmente para acorde maiores usamos o quarto grau como referência, ao passo que para acordes menores usamos o décimo primeiro.
A) Quarta Justa: Usa-se o algarismo “4” ou “11”. Exemplo:
  + C4 – Dó maior com Quarta (Escala maior, implicitamente define a supressão do
terceiro grau nesta escala neste acorde).
+ F#4 – Fá sustenido maior com sétima maior (Escala maior, implicitamente
define a supressão do terceiro grau da escala neste acorde).
+ Ebm11 - Mi bemol menor com décima primeira maior (escalas menor
harmônica, melódica ou natural).

B) Quarta Aumentada: Exclusivamente só aparece em acordes maiores. Usa-se
apenas o algarismo “#11” entre parêntese. Exemplo:
  + C7(#11) – Dó maior com sétima menor e décima primeira aumentada (Escala menor
melódica).
+ F#7M(#11) – Fá sustenido maior com sétima Maior e décima primeira aumentada
(Escala Maior).

* Décimo terceiro: Refere-se ao sexto ou décimo terceiro grau da escala sobre a qual o acorde é construído, convencionalmente para acordes maiores dominantes usamos o décimo terceiro grau como referência, ao passo que para os demais acordes (não dominantes) usamos o sexto. A classificação para o décimo terceiro grau define dois intervalos:
A) Décima terceira ou sexta: Usa-se o algarismo “6” ou “13”. Exemplo:
   + C6 – Dó maior com sexta (Escala maior, função harmônica não dominante).
+ Ab13 – Lá bemol treze (Escala maior ou menor harmônica, função harmônica
dominante, significa o mesmo que C7(13)).
+ Dm6 – Ré menor com sexta (escala menor natural, ou melódica).

B) Décima terceira Menor ou Bemol treze, sexta menor ou bemol seis: Exclusivo
para acordes menores ou maiores com função harmônica dominante. Usa-se o algarismo “6” ou “13” sucedido do sinal de bemol “b” entre parêntese. Exemplo:
    + Cm(b6) – Dó menor com sexta menor, ou bemol seis (Escala menor, natural ou
harmônica).
+ Ab7(b13) – Lá bemol com sétima menor e bemol treze (Escala menor, natural
ou harmônica).


Considerações finais:

* Toda alteração ou acidentes sobre qualquer grau da escala, numa cifragem deverá ser grafado entre parênteses. Exemplo:

o A7M(#11) – Lá maior com sétima maior e décima primeira aumentada.
o Ebm7(b5) – Mi bemol menor com quita diminuta e sétima menor (Ou Mi bemol
menor meio diminuto).
o G7(b13) – Sol maior com sétima menor e bemol treze.

* É proibido cifragem de inversão de acorde com notas de tensão no baixo, pois essa simbologia não define nenhuma função harmônica, ou na maioria das vezes o som do acorde significa algum outro acorde convencional. Exemplo:

o G7M(#11) /F#
As notas que compõem essa cifra significam um F#m11(b9) ou um F#4(b9).


Como você pôde observar, uma correta interpretação de um trecho harmônico cifrado em muitas situações vai depender de um sólido conhecimento prévio de analise harmônica.

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sábado, 8 de dezembro de 2007

The Police no Maracanã

A ficha ainda não caiu ....

Já estou aquecendo os motores, vamos botar pra jogo pra ver o que rola.

Segue, um idéia de como o bagulho funfa


Message in a Bottle





De quebra ainda vai ter Paralamas!!!




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terça-feira, 20 de novembro de 2007

Over Kill (Men at Work)


Momento anos 80 …
Bem, o tom da gravação original foi em Mi maior. A versão violão e voz do Colin Hay foi um tom abixo (Ré maior), também houve uma mudança sensível na harmonia nas partes referentes aos solos.

Over Kill (Men at Work)



Introdução: || C#m7 | C#m7 | Bsus4 | Bsus4 ||

E B/D#
I can’t get sleep
D A/C#
I think about the implications
E B/D#
Of diving in to deep
D A/C#
And possibly the complications

E B/D#
Especially at night
D A/C#
I worry over situations
E B/D#
I know will be alright
D A/C#
Perhaps it’s just my imagination

C#m7 Bsus4 B7
Day after day reappears
C#m7 Bsus4 B7
Night after night my heartbeats
G#sus4 G#7
Shows the fear
A7M G#sus4 G#7 A7M
Ghosts appear and fade away


E B/D#
Alone between the sheets
D A/C#
Only brings exasperation
E B/D#
It’s time to walk the streets
D A/C#
Smell the desperation

E B/D#
At least there’s pretty lights
D A/C#
And though there’s little variation
E B/D#
It nullifies the night
D A/C#
From over kill

C#m7 Bsus4 B7
Day after day reappears
C#m7 Bsus4 B7
Night after night my heartbeats
G#sus4 G#7
Shows the fear
A7M G#sus4 G#7 A7M
Ghosts appear and fade away

Solos

I can’t get sleep
I think about the implications
Of diving in to deep
And possibly the complications

Especially at night
I worry over situations
I know will be alright
It’s just over kill

C#m7 Bsus4 B7
Day after day reappears
C#m7 Bsus4 B7
Night after night my heartbeats
G#sus4 G#7
Shows the fear
A7M G#sus4 G#7 A7M
Ghosts appear and fade away….

A7M G#sus4 G#7 A7M
Ghosts appear and fade away





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segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Novos Tempos - Mart'nália

O coração de quem é Zn bate em dois por quatro. Onde o Surdo e o Tan-tan fazem mais sentido, ecoam deep in my heart.

Gostei bastante desse último trabalho da Mart'nália ...

"NOVOS TEMPOS" uma composição do violonista|Guitarrista, Cláudio Jorge, composta numa viagem em turnê com Martinho da Vila. Segundo reza a lenda, assim que ouviu, Mart'nália, reservou pra ela, exigindo exclusividade: "_ Essa é minha, não dá pra ninguém que um dia eu gravo". Pois é, aconteceu ... Obrigado Claudio Jorge, obrigado Mart'nália. Então por isso mesmo ... lá vai ...

“Se você gosta de samba, encosta e vê se dá ...”




NOVOS TEMPOS
A chuva chega e ela vem lavar
Vem me livrar do mal
É água fresca para aliviar
Meu coração que secou
De tanto pranto derramado
Pela mágoa
Que se instalou no meu peito
De um jeito tão perverso
Hoje se desfaz nesses versos
Um arco-íris se formou no céu
É um sinal
Que a paz está de volta na minha alma
Sinto calma
São novos tempos enfim graças à chuva
Que levou o rancor
Me permitindo viver
Outro grande amor
Graças à chuva
Que levou o rancor
Me permitindo viver
Outro grande amor

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segunda-feira, 28 de maio de 2007

Carvão: Composição: Ana Carolina

Minha tia fez um pedido ... Aqui está, prontamente atendido, com todo carinho.

a hamonia da música inteira se rezume a repetição dos 12 compassos da introdução. Uma fraze executada pelo violão, na metade do 5º compasso, que é um arpejo de mi diminuto, partindo do mi solto 6º corda (Veja na partitura ....)


Carvão


Intro: | Eadd9| F#m7(b5)9| D6/F#| F#m6(11)| | Bm7| Bm7/A| Gadd9|
Gadd9 D/F#
| Emadd9 F#7(b13)| Bm9 Bm9(11)| Bm9 Bm9(11)|




Eadd9
Surgiu como um clarão
F#m7(b5)9

Um raio me cortando a escuridão
D6/F#
E veio me puxando pela mão
F#m6(11)
Por onde não imaginei seguir

Me fez sentir tão bem, como ninguém
Bm7 Bm7/A
E eu fui me enganando sem sentir
Gadd9
E fui abrindo portas sem sair
D/F# Emadd9 F#7(b13)
Sonhando às cegas, sem dormir
Bm9
Não sei quem é você

Eadd9
O amor em seu carvão
F#m7(b5)9
Foi me queimando em brasa num colchão
D6/F#
E me partiu em tantas pelo chão
F#m6(11)
Me colocou diante de um leão

O amor me consumiu, depois sumiu
Bm7 Bm7/A
E eu até perguntei, mas ninguém viu
Gadd9
E fui fechando o rosto sem sentir
D/F# Emadd9
E mesmo atenta, sem me distrair
F#7(b13) Bm9 Bm911
Não sei quem é você

Eadd9
No espelho da ilusão
F#m7(b5)9
Se retocou pra outra traição
D6/F#
Tentou abrir as flores do perdão
F#m6(11)
Mas bati minha raiva no portão

E não mais me procure sem razão
Bm7 Bm7/A
Me deixa aqui e solta a minha mão
Gadd9
Eu fui fechando o tempo, sem chover
D/F# Emadd9 F#7(b13)
Fui fechando os meus olhos, pra esquecer
Bm9
Quem é você?
Bm9(11)
Quem é você?
Bm9
Quem é você?

Você...

Harmonia bem legal da Ana Carolina. Uma excelente composição, sem dúvida. O arranjo de cordas está mto bonito.
Uhm!!! faltou o último acorde ... as vezes eu fico sem saco ... depois eu coloco ..

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terça-feira, 15 de maio de 2007

Windows - Chick Corea

Vou tocar com amigos!!!! O Outro Windows na minha vida .... hehhehh





Windows, com certeza não é o tema dos mais freqüentes nas raras e remanescentes Jam Sessions que nos dias de hoje poucos privilegiados têm acesso. Também não é uma obra nova, nem desconhecida dos jazzistas. Muito pelo contrário, tenho observado que é uma composição que agrada a maioria dos músicos.
Não é um exagero de complexidade, mas também não é um blues em 12. É uma música que lava o instrumentista para além da fronteira do trivial oferecendo uma gama soluções não convencionais. Seu aspecto rítmico contribui nesse sentido, visto que a sub-divisão em três favorece e fortalece a predominância de uma riqueza de detalhes analogicamente variantes. Bem, pra mim esta entre os top 20 melhores temas de todos os tempos (hehehehe ...).

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sábado, 5 de maio de 2007

Que saudade do Tetris...

Olá a todos os amigos.

Eu não sou músico, mas adoro música. E Adoro jogos eletrônicos também. Assim como eu, existem milhares por aí (Gerson?)

Lembram do Tetris? Esse é da antiga! Eu adorava jogar naqueles minigames doidos...

Agora vem a parte legal. Nesse vídeo Tem uns caras que tocam a música do Tetris no violão! E tem um fazendo a base e outro o solo. Cara, simplesmente louco.
Edit: É o mesmo cara fazendo os dois! Ainda rolou uma edição e montagem maneiras na parada! Hehe...

Abraços a todos e até a próxima.

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quinta-feira, 3 de maio de 2007

Lauryn Hill - The Miseducation Of ... (Partitura)


Pois é... a moça esta na área ...

thanks for your return, thanks because you came here!!!!

Nós, do Estação Zn, durante longos anos sonhamos com esse dia. Obrigado por vc voltar, obrigado por ter vindo até aqui.

Na introdução rola um piano a metro. é um arpejo de Cb7M (um compasso), em seguida um compasso de Abm79 (tb arpejo) onde entra um teclado com som de organ Hammond (irado por sinal!!!), o último acorde da intro é um dominante para Ebm7, os violinos preparam ...


The Miseducation Of Lauryn Hill

Ebm7 Abm7

My world it moves so fast today

The past it seems so far away
Db7 Bbm7 Ebm7
And I squeeze it so tight, I can't breathe
Abm7
And every time I try to be

What someone has thought of me
Db7 Bbm7
So caught up, I wasn't able to achieve
Bbm7 Ebm7 Abm7 Db7 Bbm7
But deep in my heart the answer it was in me
Ebm7 Abm7 Db7
And I made up my mind to find my own destiny
Solo cordas
|Bbm7| Ebm7| Abm7| Db7| Bbm7| Ebm7| Abm7| Db7 Dº|

Ebm7 Abm7
I look at my environment

And wonder where the fire went
Db7 Bbm7 Ebm7
What happened to everything we used to be
Abm7
I hear so many cry for help

Searching outside of themselves
Db7
Now I know that His strength is within me
Bbm7 Ebm7 Abm7 Db7
And deep in my heart the answer it was in me
Bbm7 Ebm7`Abm7 Db7
And I made up my mind to find my own destiny
Bbm7 Ebm7 Abm7 Db7
And deep in my heart the answer it was in me
Bbm7 Ebm7 Abm7 Db7 Dº Gb
And I made up my mind to find my own destiny









Cifra

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domingo, 22 de abril de 2007

Não tem cara de tiozão… Nissan Sentra ... Música

Momento lazer

A tv esta ligada no outro quarto ... a música do comercial do Nissan ...
Me a marro nela ... Pra distrair um pouco a mente resolvi documentar ...Hehhehehe, tem o solo e tudo.
A música “Será que é para mim?” da banda The Uncles é a trilha sonora do comercial do novo Nissan Sentra

Pra desempoerar o Sibelius: “Ctrl+K” para adicionar Cifra. O cursor vai ficar azul, click sobre o compasso para digitar a cifra desejada, exemplo: “Am7”.

Com o ‘space’ da espaço para adicionar um novo acorde, o ideal é que seja no mesmo compasso.



Não existe idade pra cair na tentação
Tanto que um belo dia algo chamou minha atenção
Um carro prateado, descolado, todo bonitão
Mas será que é pra mim algo tão moderno assim?
Não tem cara de tiozão, de tiozão ...

Não tem cara de tiozão
Mas acelerou meu coração
É tão maravilhoso que despertou minha paixão
Despertou minha paixão
Acelerou meu coração
É tão maravilhoso que despertou minha paixão

É diferente de tudo que eu já vi
Não é de tiozão, mas eu não to nem ai ...
Meu desejo é muito forte
Quero acelerar até o fim
Algo tão moderno assim pode ser pra mim

Não tem cara de tiozão
Mas acelerou meu coração
É tão maravilhoso que despertou minha paixão
Despertou minha paixão
Acelerou meu coração
É tão maravilhoso que despertou minha paixão

      Solo 
O carro que eu vi é impossível descrever
Parecia uma miragem, só de lembrar quero guiar
Quero poder voltar a ter um carrão e viver
Aquela emoção de acelerar o coração

Não tem cara de tiozão
Mas acelerou meu coração
É tão maravilhoso que despertou minha paixão
Despertou minha paixão
Acelerou meu coração
É tão maravilhoso que despertou minha paixão


O solo é uma oitava a cima. Não escrevi os bands ... escrevi uma idéia bem próximo do que o cara tocou.
Outra possibilidade tb, pressione “Ctrl+K”, o cursor vai ficar azul, click sobre o compasso com o botão direito, em seguida click com o botão esquerdo. Aparecerá um menu popup com várias opções de cifras.


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sábado, 31 de março de 2007

Sibelius - writing, playing, printing and publishing music notation

O Sibelius é um software para edição de partituras semelhante ao Encore (visto no post anterior). Na minha opinião ele é muito mais amigável e muito mais funcional que a maioria dos seus concorrentes. Ele esta na versão 4, as imagens que coloquei ainda são da versão 2.

Estou escrevendo mais uma composição do Helio Delmiro, para colocar no blog dele. Escolhi fazer com o Sibelius para matar a saudade, faz tempo que eu não o utilizo. Chamada, parceria com Paulo Cezar Pinheiro, foi gravada no disco do Tamba Trio, 1975 pela RCA Victor. Esse disco é maravilhoso!

Voltando ao Sibelius ... Para começar, vc praticamente não precisa usar o mouse para utilizá-lo. Muitas funcionalidades dele seguem a mesma linha do Encore. Portanto, não vou repetir coisas sobre armadura, fórmula de compasso e etc. Basta um olhada nos menus cujo os títulos sejam sugestivos para o que vc deseja e pronto, tudo é muito intuitivo.

Para escolher um determinado tipo de barra de compasso, por exemplo: No Menu Create na segunda opção "Barline", vc pode escolher, dentre os possíveis tipos, e definir aonde inicia e termina um retornelo.


O que for referente a parte textual de uma partitura, no Menu Create, a opção "Text" serve pra definição de título da partitura, compositor e informações adicionais.

Nem tudo é fácil de se achar por aqui, escrever uma quiáltera pode dar um pouco de dor de cabeça se vc não tiver muita prática com esse tipo de aplicativo. Essa opção fica meio escondida. No Menu Create, opção "Tuplet", é aode vc pode criar as mais variadas formas de quiálteras


No menu File, a opção para plug-ins merece um pouco de atenção. Muitas funcionalidades interessantes podem e dever adicionadas, as quais podem ser acessadas ali.

O Sibelius tb é mais flexível para exportação. Embora, na minha opinião, ainda deixe a desejar, pelo menos vc pode gerar um arquivo html. Além disso, para formatos de imagens ele apresenta uma série de opções.




Uma opção para publicação no site da Sibelius. Não sei até que ponto isso pode ser interessante.

Segue algumas dicas do que achei mais importante destacar sobre usabilidade:

Para adicionar compassos “Ctrl + B”

Para executar o que foi escrito “p”

Para pausar o que está sendo executado tb “p”

Com as teclas Up, Down, Left e Right (setas) vc seleciona cada figura rítmica existente no compasso e assim sucessivamente, de compasso em compasso, vc pode percorrer a partitura inteira. A figura abaixo, Keypad, exibe os símbolos relacionados as teclas numéricas a direita do seu teclado.

Para altera o valor da nota selecionada: Com as setas up (para cima) e dow (para baixo) vc muda a altura da nota, exemplo: supondo que estou com uma nota do3, colcheia, se eu pressionar a seta up, imediatamente a nota sobe para ré3, o efeito sonoro tb será ouvido. Fazendo isso com o Ctrl pressionado, a nota se desloca uma oitava no sentido da tecla Up ou Dow. Outras alterações são feitas a través do teclado numérico, keypad na estrema direita do seu teclado (onde se encontra a tecla Nun Lock).

0: Alterna entre som e silencio para a fura selecionada

Del: Aumenta a nota de mais a sua metade, ponto de aumento = Nota + Nota/2

Enter: Liga a nota seleciona com a sua, diretamente, sucessora.

1:Fusa – figura com o valor de 1/32 da Semibreve (figura 1/1).

2: Semicolcheia - figura com o valor de 1/16 da Semibreve (figura 1/1).

3: Colcheia - figura com o valor de 1/8 da Semibreve (figura 1/1).

4: Semínima - figura com o valor de 1/4 da Semibreve (figura 1/1).

5: Mínima - figura com o valor de 1/2 da Semibreve (figura 1/1).

6: Semibreve - figura com o valor de 1/1.

7: Bequadro - Para remover o acidente.

8: Para acidentar a nota - Sustenido (#)

9: Para acidentar a nota - Bemol (b)

+: move o KeyPad para o próximo conjunto de figuras relacionadas ao teclado numérico

-: Retorna o KeyPad para o conjunto anterior de figuras relacionadas ao teclado numérico

O Space, aplica na próxima nota a figura que estiver selecionada no teclado numérico, keypad.

Se um compasso inteiro estiver selecionado com as teclas Up e Dow todas as notas são transpostas para a altura seguinte conforme a armadura.

Gosto bastante dese sofware.



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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Editores de Partituras, Notação Musical

Um exemplo de como fazer, ou editar uma partitura no computador.

Assim como existe o Word e o Open Officce, softwares para edição de texto, existe também os voltados para edição de partituras. Os mais conhecidos e utilizados pela maioria dos músicos aqui no Brasil são o Encore, Finale e o Sibelius.

Overview

Esses softwares são ferramentas poderosas que auxiliam o trabalho de composição e construção de partituras, desde de simples partes de seção rítmica, baseadas em cifragem, até grades super-complexas para orquestra sinfônica. Ao mesmo tempo que o compositor está escrevendo (quero dizer, digitando) sua composição ele pode ouvi-la, no timbre do(s) instrumento(s) para o qual está compondo. Conta Também com recurso de transposição automática e mais um monte de funcionalidades. Basta dar uma olhada nesses links para maiores detalhes:


http://www.finalemusic.com/finale/preview_flash.aspx?mv=new_features&vers=fin2006

http://www.finalemusic.com/finale/preview.aspx

http://www.musicprep.com/sibelius/


Vamos tentar um exemplo no Encore, pois este é o único que tenho disponível na maq agora.

Tudo aqui é bem semelhante ao um editor de texto. Por exemplo, no menu “File” vc, assim como no Word, abre, fecha, ou salva um arquivo. Configura a página e impressão. Um item de menu para uma forma de exportar o arquivo, em seguida uma listagem das últimas edições que vc fez. O último item de menu é o sair.

Vou escolher a opção New do menu “File” (Costumo suar muito as teclas de atalho, “CTRL + N”, neste caso). Na configuração de página (Choose Page Layout) vc define quantas linhas deseja por página, quantos pentagramas por linha e quantos compassos por linha. Na área “Staf Format” definimos se desejamos um layout de parte de piano (dois pentagramas agregados. O de baixo, clave de Fá. E o de cima, clave de Sol) ou um layout simples. Configure como exemplificado na figura abaixo.


Na figura acima estou configurando uma página com dez linhas, um pentagrama com quatro compassos por linha. Só que para isso tive que selecionar em “Staf Format”, single staves. Após digitar os valores conforme na figura acima click “Ok”.

Eu não gosto muito do Encore, tenho sérias restrições quanto a ele. Ele é muito engessado, me parece que ele usa API do Windows 3.1.1 ainda, isso é bizarro, muito feio. Não gosto da usabilidade de também, a tela não rola com o scroll do mouse (Creeeeeedooooo). Os caras da GVox deveria estudar mais HCI.

Agora temos o novo arquivo prontinho para ser editado. Esse formatação de 4 compassos por linha torna a partitura mais legível pq na leitura musical não lemos como na leitura de textos palavra por palavra, lemos grupos de compassos que possuem um sentido completo (uma idéia completa). São raros os trechos musicais (isso, levando em consideração a música ocidental) em que essas estruturas com sentido completo não sigam sempre uma métrica de quadratura.


No menu “Measures” iremos definir a armadura (Key Signature) e fórmula de compasso (Time Signature).


A música que escolhi é uma composição bem complexa. Todavia, muita ou puco complexidade é só um detalhe sem importância no nosso caso, visto que o objetivo aqui não é ensinar música. Portanto, prosseguindo ....

Esperando, é uma composição do Helio Delmiro, que mistura elementos do Jazz moderno (modulações a la Giants Steps. veja em: http://en.wikipedia.org/wiki/Giant_Steps) com elementos do que há de melhor na música brasileira. Escolhi essa música pq trata-se de uma pérola, e outro dia, após ouví-la insistentemente resolvi escrevê-la.

Logo nos compassos iniciais, embora a melodia soe bastante intuitiva e rítmicamente simples, a chapa começa a esquentar. E começam as coçadas na cabeça logo no início da análise. Tanto harmônica, quanto melódica. Nos seis primeiros compassos, praticamente cada um está num tom diferente (já fazem mais de 5 anos que deixei a teoria musical num canto escuro da memória), o que fazer numa situação dessas? Me esqueci .... HAUHAUHAU. Pelo que me lembro, na aula do Ian ele aconselhava conservar o trecho todo no tom original, caso fossem várias modulações que, sendo esse curto, no final do trecho retornam ao tom original. Contudo não tenho certeza disso. Vou verificar mais tarde.

Essa música é dividida em duas partes: A primeira parte é modal, predominando Mi maior (E). Já na segunda parte o tonalismo é bem marcante. Embora predomine Sol maior (G) ela inicia em lá menor, tendendo pro melódico. Todavia, a partir do compasso 14 inicia novamente uma seqüência de modulações num padrão, mantendo ao mesmo tempo uma relação melódica dentro dos elementos da segunda parte, e uma relação harmônica com os elementos da primeira, no meu mo de ver, já preparando o caminho de retorno à ela.

Então, mãos a obra .... a primeira parte tem 8 compassos. Esses, inicialmente manteremos em Mi maior (3 acidentes, sustenidos #, na armadura).



Para escolher a tonalidade click na barra de rolagem (scroll bar) que marquei num círculo vermelho. Observe o número de compassos que determinei para a abrangência da armadura de Mi maior (do compasso 1 ao 8).

No campasso 12 ao 15 estaremos em Sol maior.


Uma modulação curtíssima, nos compassos 16 e 17 passa pra Si maior (B).



Mais uma modulação, nos compassos 18 e 19 passa pra Mi bemol maior (Eb).


No 20 e 21 retorna pra Sol maior.


No 22, 23 e 24 volta pra Si maior (B), preparando no último compasso (24) para Mi maior, iniciando novamente a primeira parte.


Agora, pra facilitar o trabalho vou numerar os compassos.

No menu Measures Measures Numbers.


Eu sempre configuro: Each System (entenda a cada linha), e Enclose Number in Box (o Número fica dentro de uma caixa).



Vamos definer a fórmula de compasso. no meu Measures
Time Signature. A fórmula de compasso é a razão entre a unidade de tempo e unidade de compasso

Vc precisa da fórmula de compasso para ter a referência da relação entre o valor das figuras com o todo do tempo. Para que vc possa indicar qunto um som ou silêncio vai durar. Esse link tem uma explicação excelente, boladona. Pra quem deseja aprender Música, espero que ajude.

http://www.tomdamata.org.br/cancioneiro/ritmo.asp

Como em todas as gravações dessa música, a levada adotada foi de bossa, vou escrever em 2 por 4. Depois vou colocar uma versão e "C cortado" pros gringos poderem entender. Eles não conseguem conceber o 2/4. Veja a configuração abaixo:


Pô, Felipe, vc que fica me zuando com essa parada de post micro .... hehehe ... esse eh o menor de todos. Sobre tudo, o que é um flato pra quem já ta todo .... digamos ... sujo. hehehheh

Caramba!!!! Até que em fim ... Uff!!! Vamos começar e escrever de fato essa “parti”. Para colocar a cifra, no meu Windows Palette Graphics, vc visualiza a palheta com a opção de gráficos para cifragem.

Click na palheta na célula marcada com o círculo para cifragem, em seguida click sobre o compasso 1.

Na tela Choose Chord vc monta a cifragem do acorde. Como não existe um padrão definido para cifragem, ele apresenta pra vc um padrão americano. Pelo menos esse padrão é seguido pela maioria dos Real Books. Contudo, ele não engessa totalmente, note a opçãp custom , basta que vc selecione o acorde em root e digite o complemento dele na caixa de texto ao lado da palavra custom para montar uma cifra mas adequada a sua necessidade.

http://en.wikipedia.org/wiki/Real_Book

http://www.shermusic.com/ajrb.htm

http://www.shermusic.com/


Para alguns acordes vou usar a opção de customização de cifragem. Por exemplo o segundo acorde da segunda parte (no compasso 9), Am(#5). Embora essa cifra não seja convencional, no contexto do compasso 9 ela traduz muito bem a idéia do movimento harmônico executado pelo Helio Delmiro nas diversas gravações desse tema.

No Menu Scores Text Elements, definiremos o títiulo, o compositor e alguns outros detalhes da obra.

Para o Título clique sobre a opção e digite.

Clickando em footer você pode definir número de páginas e a data da criação da partitura. Basta clickar sobre o botão correspondente ao que vc deseja.

Estamos perto do fim .... hehehheh

Já terminei a cifra.


Para colocar a melodia vc pode usar o mouse, clickando na palheta de notas e em seguida no compasso específico. No menu Windows Palette Notes










No menu Windows Tempo, você acesso um “metrêmetro” virtual que define o beat do midi gerado apartir da sua partitura. É possível ouvir o resultado do que vc está “escrevendo” imediatamente. Bata clickar no botão “Play”. Conseqüentemente, podemos concluir que se vc tiver algum instrumento Midi é possível ao tocar registrar, através do Encore, em forma de partitura o que está sendo tocado.



Pressione espaço para tocar (OBS: ele não toca cifra, pelo menos até aversão que eu tenho). Enter para gravar. Ele tem um teclado virtual que vc pode acessar pelo menu Windows Keyboard.

Pronto!!! Uff!!! Acobou está pronto.

Como no Encore não há como vc exportar para nenhum formato que preste. Fui obrigado a fazer um screenshot, levar pro Fireworks e gerar um .Gif. Não posso deixar a galera com água na boca.

Lá vai, lá vai, lá vai ... aeeeeeeeeee ..... parou chega!!!



Esperando foi gravado nos seguintes álbuns:

- Emotiva (1983)


- Symbiosis (Cleare Fischer & Helio Delmiro - 1999)

- Compassos (2005)

OBS: Na gravação do Emotiva, os gênios dos engenheiros de gravação cortaram a coda. Eles resolveram mixar sem que o Helio estivesse presente, horas de trabalho para gravar a coda foi jogado no lixo.





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