sexta-feira, 30 de julho de 2010

Commitou o que não era pra comittar? Dá "Rollback"!

Fala ai, pessoal!

Se você é de TI, com certeza já passou por uma situação como essa:
Atualizando dados de uma tabela em um banco de dados Oracle, você alterou um ou vários campos com o valor errado, ou até mesmo excluiu um ou mais registros e deu COMMIT. E agora?!?! Fedeu?!?! NÃO!!! Você pode recuperar os dados...
Fala ai, pessoal!

Se você é de TI, com certeza já passou por uma situação como essa:
Atualizando dados de uma tabela em um banco de dados Oracle, você alterou um ou vários campos com o valor errado, ou até mesmo excluiu um ou mais registros e deu COMMIT. E agora?!?! Fedeu?!?! NÃO!!! Você pode recuperar os dados através do Oracle Flashback.

Para isso, a tarefa é muito simples. Basta fazer um select na tal tabela, normal mesmo, com os campos e condições que você quer e, no from, após o nome da tabela, colocar "as of timestamp systimestamp - interval 'X' minute", onde esse "X" é o tempo que passou desde a bobagem que você fez até agora.

Por exemplo: Tenho uma tabela CLIENTE na minha base de dados Oracle e vou atualizar os clientes que não fazem compras há mais de 1 mês para Inativos.

Então fiz lá meu update, atualizando o campo STATUS_CLIENTE para "I", depois de fazer um select que retorna os tais clientes que não compraram no último mês. Dei o COMMIT. Alguns desses clientes estavam com o STATUS "A" de Ativo, "D" de Devedor, "V" de VIP.

Daí, chega o meu chefe, 30 minutos depois que eu fiz o update, dizendo que esse update não pode ser feito em clientes VIP e eu... DANÇO? Não! Eu faço o seguinte:

select ID_CLIENTE
from CLIENTE
as of timestamp systimestamp - interval '30' minute
where STATUS_CLIENTE = 'V';

PRONTO! Peguei todo mundo que tava com o campo STATUS_CLIENTE = 'V' 30 minutos atrás.
Com os IDs, eu faço um novo update, passando essa galera, que está com o STATUS = 'I', pra 'V'.

Salvei meu emprego e deixei meu chefe feliz!

PS.: Agradecimentos ao camarada Willian Rodrigues que ajudou nesse post!

Abraço a todos!

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

D2010 e Data Snap - Por Bruno Lichot

Sobre o D2010:
Vale apena ficar antenado, Bruno Lichot esta publicando uma série de artigos sobre DataSnap 2010 na revista Acitve Delphi.
O exemplo publicado nesta edição pode ser baixado aqui!

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Delphi - Intraweb: Passar e recuperar parâmetros entre requisições HTTP

Inicie uma aplicação Intraweb no Delphi. O Assunto é sobre passar, e recuperar, parâmetros entre requisições HTTP. Especificamente, pretendo exemplificar como chamar uma outra aplicação web, sendo que nesta chamada passaremos parâmetros, os quais, obviamente, serão recuperados e processados pela aplicação que foi requisitada.


Neste artigo criaremos duas aplicações Intraweb ISAPI. Um delas (“AppEstacaoZNSubmit”) servirá para passar parâmetros para outra (“AppRequestQueryFieldsEstacaoZN”). Esta segunda por sua vez, recupera os valores destes parâmetros processa e os exibe.
Ok, definido o que pretendemos fazer passamos agora a parte prática.

A seguir o código fonte da aplicação ISAPI que chama e passa os parâmetros. Salvei essa app de com o nome “AppEstacaoZNSubmit”.

O Form principal e único desta aplicação “IWUnit1.pas”:

unit IWUnit1;
{PUBDIST}

interface

uses
IWAppForm, IWApplication, IWTypes, IWCompButton, Classes, Controls,
IWControl, IWCompEdit, IWCompLabel;

type
TformMain = class(TIWAppForm)
IWEdit1: TIWEdit;
IWButton1: TIWButton;
IWLabel1: TIWLabel;
EdtURLZN: TIWEdit;
IWLabel2: TIWLabel;
procedure IWAppFormCreate(Sender: TObject);
procedure IWButton1Click(Sender: TObject);
public
end;

implementation
{$R *.dfm}

uses
ServerController, SysUtils, IWForm;

procedure TformMain.IWAppFormCreate(Sender: TObject);
begin
IWEdit1.Text := '';
IWButton1.Caption := 'Enviar - ZN';
IWLabel1.Caption := 'Digite o valor que será enviado';
IWLabel2.Caption := 'Digite a URL da aplicação ISAPI que será chamada' +
'e exibirá o valor digitado acima.';
EdtURLZN.Text := '';
end;

procedure TformMain.IWButton1Click(Sender: TObject);
const
AJSComando = 'window.open("%s?estacaoZnValor=%s")';
begin
AddToInitProc(Format(AJSComando, [EdtURLZN.Text, IWEdit1.Text]));
end;

end.


Em seguida o “.dpr”:

library AppEstacaoZNSubmit;

uses
IWInitISAPI,
ServerController in 'ServerController.pas' {IWServerController: TIWServerControllerBase},
IWUnit1 in 'IWUnit1.pas' {formMain: TIWForm1};

{$R *.RES}

begin
IWRun(TFormMain, TIWServerController);
end.


Não editei nada no “IWServerController”, portanto após compilar e efetuar o deploy da “AppEstacaoZNSubmit.dll” no IIS damos por encerrada esta etapa do nosso exemplo.


O próximo passo é codificar a segunda aplicação. Logo, novamente inicie um novo projeto Intraweb ISAPI, salve com o nome de “AppRequestQueryFieldsEstacaoZN”. No evento “OnRender” do IWForm1 implementaremos o que especificamos anteriormente. Abaixo, o fonte da IWUnit1.pas:

unit IWUnit1;
{PUBDIST}

interface

uses
IWAppForm, IWApplication, IWTypes, Classes, Controls, IWControl,
IWCompLabel, IWCompListbox, IWCompMemo;

type
TformMain = class(TIWAppForm)
IWLabel1: TIWLabel;
procedure IWAppFormRender(Sender: TObject);
public
end;

implementation
{$R *.dfm}

uses
ServerController, IWForm, SysUtils;

procedure TformMain.IWAppFormRender(Sender: TObject);
const
ZnMsg = 'www.estacaozn.blogspot.com O Valor recebido de "%s" é: %s';
begin
IWLabel1.Caption := Format(ZnMsg,
[WebApplication.Request.RemoteAddr,
WebApplication.Request.QueryFields.Values['estacaoZnValor']]);
IWLabel1.Font.Size := 20;
end;


Vejamos o “.dpr” da “AppRequestQueryFieldsEstacaoZN.dpr”.


library AppRequestQueryFieldsEstacaoZN;

uses
IWInitISAPI,
ServerController in 'ServerController.pas' {IWServerController: TIWServerControllerBase},
IWUnit1 in 'IWUnit1.pas' {formMain: TIWForm1};

{$R *.RES}

begin
IWRun(TFormMain, TIWServerController);
end.


Após proceder a implementação deste módulo conforme ilustrado acima, semelhante ao exemplo anterior compile e efetue o deploy da “AppRequestQueryFieldsEstacaoZN.dll” no ISS.
Feito isso já é possível testar. No browser, chame o diretório virtual definido no deploy da primeira aplicação (AppEstacaoZNSubmit.dll).




Digite no “IWEdit1” o valor para parâmetro “estacaoZnValor”, o qual será exibido. Digite também a URL da segunda aplicação no “EdtURLZN”, para somente então clicar no IWButton1.






Na primeira aplicação, no evento OnClick do IWButton1, chamamos o método “AddToInitProc” de “TformMain”. Este método nos permite “colocar” scripts (Javascript) que serão executados quando a função “Initialize()" padronizada pelo framework Intraweb, quando o browser estiver interpretando a tag “body”, da página construída pelo Intraweb. No body onload é definida a chamada a função “Initialize()".





function Initialize() {
InitSubmitter();
StaticInit();
if (document.body.leftMargin < 0 && document.body.topMargin < 0) {
document.body.leftMargin = 0;
document.body.topMargin = 0;
}
InitRects(614, 451);
InitIWCLObjects();

window.open("http://localhost/requesestacaozn/?estacaoZnValor=Landjah Estação ZN")
}



Então, podemos concluir que, no Intraweb quando você precisar executar uma função qualquer no evento “onload” no body basta para isso passá-la como parâmetro no método “AddToInitProc” do TIWForm em questão.

Na segunda aplicação, “AppEstacaoZNSubmit”, o comando
"WebApplication.Request.QueryFields.Values" pode ser entendido da mesma forma que o Webbrocker trabalha com o protocolo http.
Podemos também recuperas outras variáveis através do objeto “WebApplication”, sua propriedade “Request”, tais como o “RemoteHost”, “UserAgent” e etc..

Por hora é só .... Até a próx!!!


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JSP e Oracle - Para apresentar uma Treeview

Olá pessoal!

Dando manutenção em um sistema java web com interface jsp precisei usar uma treeview para apresentar as categorias de produtos para o usuário. Vou relatar aqui a experiência.


As categorias estão modeladas no banco em uma tabela com autorelacionamento.



No oracle para consultar uma table com autorelacionamento podemos utilizar a seguinte query:


select id, LEVEL, SYS_CONNECT_BY_PATH(nome, '@') as caminho
from categoria CONNECT BY parent_id = PRIOR id START WITH id = categoria_inicial


A categoria_inicial é a primeira categoria de uma árvore, nesse sistemas existem várias árvores de categorias.

O resultado fica assim para a categoria_inicial igual a 30:

id level caminho
30 1 @Material de escritório
31 2 @Material de escritório@Informática
34 3 @Material de escritório@Informática@Tinta
55 4 @Material de escritório@Informática@Tinta@Tinta Impressoras
60 3 @Material de escritório@Informática@Armazenamento
63 4 @Material de escritório@Informática@Armazenamento@DAT/DLT/DVD/DDS
64 4 @Material de escritório@Informática@Armazenamento@Disquetes
92 3 @Material de escritório@Informática@Teste
93 4 @Material de escritório@Informática@Teste@Teste1
113 4 @Material de escritório@Informática@Teste@Teste2
120 4 @Material de escritório@Informática@Teste@Test3

Ai no java criei uma classe para representar a estrutura da categoria, ficou assim:

public class CategoriaTreeView {
public String id;
public int level;
public String path;

public CategoriaTreeView(String id, int level, String path){
this.id = id;
this.level = level;
this.path = path;
}
}


Como essa classe vai ser utilizada somente como uma estrutura de dados para representar o dado que será exibido na tela ela não tem gets e sets. Nem toda classe java precisa ter gets e sets. Gets e sets aqui são desnecessários e não acresentam nada. Acredite. Mas isso é assunto para outro post.

Também tenho um DAO que acessa o banco e entrega um List com os objetos CategoriaTreeView.

Antes disso fiz uma pesquisa na internet sobre como criar uma treeview no jsp (ou html) e encontrei o jQuery plugin: Treeview que transforma uma lista não ordenada do html <ul> em uma árvore.

Agora o problema é transformar a minha coleção de CategoriaTreeView em uma lista não ordenada com <ul> e <li>. Para isso eu criei a seguinte função recursiva que retorna uma String que será utilizada dentro do html:


private String processa(int atual, List<CategoriaTreeView> lista){
if(lista == null) return "";
String out = "";
if(lista.size() == 0) {
if(atual > 0){
out += "</li>\n";
out += "</ul>\n";
out += processa(atual - 1, lista);
}
}else if(lista.size()>0){
CategoriaTreeView item = lista.remove(0);
if(item.level == atual){
out += "</li>\n";
out += "<li><span>" + subString(item.level, item.path) + "</span>\n";
out += processa(item.level, lista);
}else if(item.level > atual){
out += "<ul>\n";
out += "<li><span>" + subString(item.level, item.path) + "</span>\n";
out += processa(item.level, lista);
}else if(item.level < atual){
out += "</li>\n";
out += "</ul>\n";
// adiciono o cara de volta na lista pois ainda não foi processado. estou voltando um nivel na árvore.
lista.add(0, item);
out += processa(atual - 1, lista);
}
}
return out;
}

Também temos a função para retornar a categoria de dentro do caminho:


private String subString(int i, String s){
String[] ss = s.split("@");
return ss[i];
}


Dentro do meu servlet eu tenho o seguinte código:

ArrayList categorias = dao.categorias(categoria_inicial);
String treeView = processa(0, categorias);
treeView = treeView.replaceFirst("<ul>", "<ul id=\"browser\">");
request.setAttribute("treeView", treeView);

Para exibir a treeview no jsp eu utilizei o exemplo simple.html que vem no download do jQuery plugin: Treeview. A única mudança foi que eu fiz o download do jquery ao invés de usar o link direto do ajax.googleapis.com.

Adicionei o seguinte ao jsp:


<link rel="stylesheet" href="../jquery.treeview.css" />
<link rel="stylesheet" href="../red-treeview.css" />
<link rel="stylesheet" href="screen.css" />

<script type="text/javascript" src="jquery-1.3.2.min.js"></script>
<script src="../lib/jquery.cookie.js" type="text/javascript"></script>
<script src="../jquery.treeview.js" type="text/javascript"></script>

<script type="text/javascript">
$(document).ready(function(){
$("#browser").treeview({control: "#treecontrol", animated:"normal", persist: "cookie"});
});
</script>

<%
String s = (String)request.getAttribute("treeView");
if(s != null && !s.trim().equals("")){
%>
<tr>
<td>
<br>
<div id="treecontrol">
<a title="Collapse the entire tree below" href="#">Fechar Tudo</a>
<a title="Expand the entire tree below" href="#">Abrir Tudo</a>
</div>

</td>
</tr>
<tr>
<td>
<br>
<div><%= s %></div>
</td>
</tr>
<%
}
%>


O resultado fica parecido com esse demo que está no site.



Abraços, Rodrigo Alencar.

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sábado, 23 de maio de 2009

Cursor with parameters in PL/SQL

Ver este post em Portugûes

Here I'm gonna show another technique to work with cursors in PL/SQL. I had to do something at work where it was very useful: cursor that take arguments.

The biggest advantages of parametrized queries is that the server doesn't have to pass through the parse and plan phases ever again (after the first time, of course) and the compile-time checking for syntax errors (when we use string queries we only know any syntax errors in runtime).

That said let's go to examples:


cursor ProductCursor(pname in varchar2) is
select *
from product
where name like pname;


Nice, isn't it? It's like a procedure in terms of syntax. And opening the cursor is like this:


open ProductCursor('A%');


It'll open the cursor with all the products which name starts with 'A'.

We can create a rowtype based var from this cursor:


prod ProductCursor%rowtype;


Now I'm gonna join it all in a script:


declare
-- Cursor
cursor ProductCursor(pname in varchar2) is
select *
from product
where name like pname;

-- Simple loop
prod ProductCursor%rowtype;

-- bulk collect loop
type Tprods is table of ProductCursor%rowtype;
prods Tprods;
i integer;

begin
-- simple loop
open ProductCursor('A%');
loop
fetch ProductCursor into prod;
exit when ProductCursor%notfound;
DBMS_OUTPUT.put_line(prod.nome);
-- other commands
end loop;
close ProductCursor;

-- bulk collect loop
open ProductCursor('A%');
fetch ProductCursor bulk collect into prods;
for i in prods.first .. prods.last loop
DBMS_OUTPUT.put_line(prods(i).nome);
-- another commands using prods(i)
end loop;
close ProductCursor;
end;


Cool, isn't it? See you next time.

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Cursor com parâmetros em PL/SQL

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Aqui vou mostrar outra técnica para trabalhar com cursores em PL/SQL. Eu tive que fazer um trabalho recentemente onde isso foi muito útil: Cursores que aceitam argumentos.

As maiores vantagem de usar queries parametrizadas no banco de dados é que o servidor não precisa fazer o parse e traçar um plano de execução (ele só faz isso na primeira vez que a query é executada) e ela fica certa em tempo de compilação (ao contrário das queries em string que nós só sabemos se há um erro de sintaxe em tempo de execução).

Dito isso vamos a um exemplo:


cursor ProdutoCursor(pnome in varchar2) is
select *
from produto
where nome like pnome;


Legal, não? A sintaxe fica muito parecida com uma procedure. E o método de abrir o cursor também é legal:


open ProdutoCursor('A%');


Aqui vai abrir o cursor trazendo todos os produtos onde o nome começa com a letra 'A'.

Podemos ainda criar um rowtype a partir deste cursor:


prod ProdutoCursor%rowtype;


Agora vou criar um script para juntar tudo:


declare
-- Cursor
cursor ProdutoCursor(pnome in varchar2) is
select *
from produto
where nome like pnome;

-- Para loop simples
prod ProdutoCursor%rowtype;

-- Para loop com bulk collect
type Tprods is table of ProdutoCursor%rowtype;
prods Tprods;
i integer;

begin
-- Loop simples
open ProdutoCursor('A%');
loop
fetch ProdutoCursor into prod;
exit when ProdutoCursor%notfound;
-- comandos a serem executados com o registro prod
DBMS_OUTPUT.put_line(prod.nome);
end loop;
close ProdutoCursor;

-- Loop com bulk collect
open ProdutoCursor('A%');
fetch ProdutoCursor bulk collect into prods;
for i in prods.first .. prods.last loop
-- comandos a serem executaos com o registro prods(i)
DBMS_OUTPUT.put_line(prods(i).nome);
end loop;
close ProdutoCursor;
end;


Muito legal, né? Até a próxima.

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Generics - A great addition to .Net

Ver este post em Portugûes

Hello. In this post I'll show something very nice about .Net: Generics.

First, I'll show a simple struct in order to explain the feature:


struct Person {
public string Name;
public string Address;
public string Zip;
}


We have here a classic example of a data struct. Here we define fields with their respective data types (we're talking here about a strongly typed language). That means we have to provide the data type of the attributes at compile time. But, what if we could let the (struct's) user define what type s/he wants to use in their struct? How so? e.g.: A struct, two fields and their data type is open to the user to specify and set the attribute, making it "appear" a weakly typed language, but with the advantage of type checking at compile time.

Let's take a look at an example:


struct Pair<TClass1, TClass2>
where TClass1 : class
where TClass2 : class {

public TClass1 obj1;
public TClass2 obj2;
}


Here comes the generics: We define a struct, asking the user to provide which clases will will represent the TClass1 and TClass2, which we are defining that have to inherit the class object and it automatically defines what data type that fields inside will accept

The nice part is when we start to use this structure. Let's see another code block:


class Customer {
public int ID;
public string Name;

public override string ToString() {
return string.Format("Customer ID = {0}, Name = {1}", ID, Name);
}
}

class Product {
public int ID;
public string Name;

public override string ToString() {
return string.Format("Product ID = {0}, Name = {1}", ID, Name);
}
}

struct Pair<TClass1, TClass2>
where TClass1 : class
where TClass2 : class {

public TClass1 obj1;
public TClass2 obj2;
}

class Program {
static void Main(string[] args) {

var c = new Customer { ID = 1, Name = "Felipe" };
var p = new Product { ID = 1, Name = "Caneta BIC" };

var pair = new Pair<Customer, Product>() { obj1 = c, obj2 = p };

Console.WriteLine(pair.obj1.ToString());
Console.WriteLine(pair.obj2.ToString());

}
}


The braces after the new instanct are a new notation of C# that allows us to create new instances of classes and set values to public fields in the same instruction.

In the progem we create instances of Customer and Product and define these types as the relevant types for the struct Pair. Note that, after we define the struct with these types we can only inform instances of these types for the specific fields. The compiler doens't let us inform any other value; and even the IntelliSense indicates correctly.

I hope you all liked this post and again, sorry for my english, as I am no native English speaker. Thank you very much and see you next time.

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Generics - Uma Grande adição a .Net

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Olá a todos. Neste post vou mostrar algo muito legal a respeito da .Net: Generics.

Primeiro vou preparar o terreno para explicar o recurso: Vamos ter como exemplo uma estrutura básica:



struct Pessoa {
public string Nome;
public string Endereco;
public string CEP;
}


Nós temos aqui um exemplo clássico de uma estrutura de dados. Nela nós definimos campos com os tipos definidos de dados (claro, numa linguagem fortemente tipada). Isso significa que nós temos que fornecer os tipos de dados na hora em que a criamos. Mas, E se pudéssemos criar uma estrutura de dados onde o usuário (da estrutura, claro) escolha os tipos de dados dos atributos? Como assim? A estrutura possui dois atributos e o usuário diz de que tipo de dados são estes atributos antes de definir seus valores, tendo "aparência" de linguagem de tipagem fraca, mas com a vantagem de checagem de tipos em tempo de compilação.

Nada melhor para explicar do que um exemplo prático:


struct Par<TClasse1, TClasse2>
where TClasse1 : class
where TClasse2 : class {

public TClasse1 obj1;
public TClasse2 obj2;
}


Aqui vem o uso dos genéricos: Definimos uma estrutura, pedido que o usuário forneça dois tipo, TClasse1 e TClasse2, que dizemos abaixo que elas devem ser descendentes de object (ou object) e isso vira uma classe para ser referenciada dentro da struct.

A parte legal vem na hora em que começamos a utilizar esta estrutura. Abaixo tem mais um bloco de código:


class Cliente {
public int ID;
public string Nome;

public override string ToString() {
return string.Format("Cliente ID = {0}, Nome = {1}", ID, Nome);
}
}

class Produto {
public int ID;
public string Nome;

public override string ToString() {
return string.Format("Produto ID = {0}, Nome = {1}", ID, Nome);
}
}

struct Par<TClasse1, TClasse2>
where TClasse1 : class
where TClasse2 : class {

public TClasse1 obj1;
public TClasse2 obj2;
}

class Program {
static void Main(string[] args) {

var c = new Cliente { ID = 1, Nome = "Felipe" };
var p = new Produto { ID = 1, Nome = "Caneta BIC" };

var par = new Par<Cliente, Produto>() { obj1 = c, obj2 = p };

Console.WriteLine(par.obj1.ToString());
Console.WriteLine(par.obj2.ToString());

}
}



As chaves depois da nova instância das classes é uma facilidade do C# que nos permite criar uma nova instância de uma classe e atribuir valores aos membros públicos naquele momento.

Dentro do programa nós criamos instâncias das classes Cliente e Produto e definimos como atributos da nossa estrutura para usarmos depois. O detalhe é que, assim que nós definimos que as classes da estrutura são Cliente e Produto, o compilador não deixa nenhum outro valor; até o IntelliSense indica corretamente.

Espero que que vocês tenham gostado deste post e o assunto tenha despertado em vocês o interesse que despertou em mim. Muito obrigado e até a próxima.

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Você já isntalou o IE8?

Como o título já diz: eu já. A microsoft colocou o Internet Explorer 8 como atualização crítica para o Windows XP e cá estamos nós usuários deste maravilhoso sistema operacional atualizando.

O navegador é muito bonitinho: A interface é boa, tem depurador de Javascript (já dava para fazer isso anteriormente, mas agora está incorporado no navegador), etc. Mas um problema assola alguns usuários (como minha digníssima que ainda usa muito o Internet Explorer): o teclado.

Alguns usuários têm notado que no IE 8 o teclado não responde legal. Na minhma máquina acontece isso Neste link [forum.clubedohardware.com.br] há uma discussão do problema e possíveis causas e soluções.

Alguns males vêm para bem: Agora minha patroa já está começando a usar o querido por todos Firefox para navegar, graças as minhas insistentes investidas. Ha ha. Aproveitei essa hora para trazê-la ao lado da luz.

Abraços e até a próxima!

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

JclStrings - StrPadRight, StrPadLeft

È uma biblioteca da JCL (Jedi), como o nome da “unit” indica, para trabalhar com strings. Esteja certo de que, tudo e qualquer coisa que você pensar fazer com strings eles implementaram nesta biblioteca.

Caso você, desafortunadamente, precise de alguma função para trabalhar com strings e não encontre na JclStrings, provavelmente é porque você está querendo fazer alguma variação do “BozoSort” (rsrsrs, neste caso procure o Bozo ou o Jaspion). Quem me apresentou a ela foi o Malta, desde então nunca mais me separei dela. A seguir, um exemplo de como concatenar caracteres a esquerda ou a direita de uma string de tamanho limitado. Ou seja, mantendo o tamanho (Length) da string inalterado.


unit Unit1;

interface

uses
Windows, Messages, SysUtils, Variants, Classes, Graphics, Controls, Forms,
Dialogs, StdCtrls, Buttons;

type
TForm1 = class(TForm)
BitBtn1: TBitBtn;
procedure BitBtn1Click(Sender: TObject);
private
{ Private declarations }
public
{ Public declarations }
end;

var
Form1: TForm1;

implementation

{$R *.dfm}

uses jclStrings, Math;

procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject);
var
ZnDt, ZnNum: String;
ADay, AMonth, AYear: Word;
begin

DecodeDate(Date, AYear, AMonth, ADay);
ZnDt := Format('%s%s%s', [ StrPadLeft(IntToStr(ADay), 2, '0'),
StrPadLeft(IntToStr(AMonth), 2, '0'), IntToStr(AYear)]);
Self.Canvas.TextOut(12, 32, ZnDt);

Randomize;
ZnNum := IntToStr(RandomRange(0, 50000));
ZnNum := StrPadRight(ZnNum, 6, 'X');
Self.Canvas.TextOut(12, 52, ZnNum);

end;


Por falar me Bozo, lembrei de uma coisa (rsrsrs)..... Esse exemplo com datas, não foi uma boa idéia!?!?!?!??!?!
Na verdade ... esse exemplo com datas foi ótimo! Para demonstrarmos como não fazer ... uma coisa que provavelmente todo desenvolvedor, em algum momento, vai precisar fazer (rsrsrs).
Por favor, não façam assim (concatenar zeros a direita do dia e do mês).
Por isso, preste a tenção para substituir o código da linha 35 ...

ZnDt := Format('%s%s%s', [ StrPadLeft(IntToStr(ADay), 2, '0'),
StrPadLeft(IntToStr(AMonth), 2, '0'), IntToStr(AYear)]);

Por

ZnDt := Format('%.2d%.2d%.4d', [ADay, AMonth, AYear]);

Bem melhor agora!!!!!!!

Se você veio procurar "StrPadLeft" para trabalhar com datas, se deu bem! Use o "Format('%.2d%.2d%.4d, [ADay, AMonth, AYear])".
O Malta, mais uma vez, nos emprestou o conhecimento dele.
Grato!

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