domingo, 13 de novembro de 2011

Atualização no programa encode-xvid - Agora com interface gráfica

Olá novamente. Neste post venho com uma notícia: o programa que estou desenvolvendo - encode-xvid agora está com uma interface gráfica. Desenvolvi uma em python usando a biblioteca gráfica pyGTK. Este é um wrapper onde eu posso montar a linha de comando com mais facilidade - mas ao mesmo tempo é um hobby onde posso desenvolver em python, que gosto tanto.

Quem quiser conferir o projeto, é só ir lá na página no google code e pegar instruções de como fazer svn checkout, ou conferir os fontes lá mesmo - http://code.google.com/p/encode-xvid/

Por enquanto só vai funcionar no GNU/Linux, porque o script está em shell script, mas pretendo reescrever em python, aí vai rodar em outros SO também, desde que tenham o ambiente instalado.

Grande abraço e até a próxima.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Script para encode xvid agora no google code

O script que criei em outro post para gerar arquivos para dvd agora está no google code. Resolvi colocar ele lá para ficar mais fácil compartilhar o desenvolvimento e manter atualizado.

Se quiser acompanhar a evolução deste script é só pegar em https://code.google.com/p/encode-xvid/

Sei que este script não é coisa muito grande, mas é meu primeiro esforço em desenvolver software livre. vou tentar melhorá-lo com o tempo.

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domingo, 6 de novembro de 2011

Shell script para gerar arquivos xvid com áudio mp3

Olá pessoal. Neste post vou colocar um script que eu mesmo fiz para fazer encode de arquivos de vídeo no formato avi com o codec de vídeo xvid e áudio mp3.

Faço essa conversão porque tenho dois probleminhas: 1 - meu dvd é velhinho e roda arquivos com legendas, mas não arquivos muito grandes - nesse caso tenho que reduzir o bitrate. 2 - meu xbox 360 não carrega legendas externas (srt) de vídeos e só roda xvid.

O software que eu uso para encode é o mencoder, o SO é GNU/Linux distro Slackware 13.37. O mplayer foi compilado por mim. Versão:

MPlayer SVN-r34308-4.5.2 (C) 2000-2011 MPlayer Team


Meu mplayer foi compilado com as bibliotecas adicionais xvid e libmp3lame, mas para encode do xvid eu estou usando lavc. Para audio estou usando mp3lame.

Antes de postar o script, vale lembrar que é minha primeira aventura de script shell para automatizar alguma tarefa minha, então o código pode não ser o melhor possível. Dicas são muito bem vindas!

Abaixo o script:


#!/bin/bash

function usage {
echo "uso: video-encode -v video -l legenda -ab audio-bitrate -vb video-bitrate [-vol volume] [-sim] -o arqiuvo-output"
}

function error_exit {
echo "$1" 1>&2
exit 1
}

while [ "$1" != "" ]; do
case $1 in
-v )
shift
video=$1
;;
-l )
shift
legenda=$1
;;
-vb )
shift
vb=$1
;;
-ab )
shift
ab=$1
;;
-o )
shift
output=$1
;;
-vol )
shift
vol=":vol=$1"
;;
-sim )
sim=true
;;
* )
usage
error_exit "Parâmetro não reconhecido: $1"
;;
esac
shift
done


# Verificando se o arquivo de vídeo é válido
test -n "$video" -a -f "$video" || error_exit "Arquivo inválido: $video"

# Verificando se o arquivo de legenda (se informado) é válido
test -z "$legenda" -o -f "$legenda" || error_exit "Legenda inválida: $legenda"

# Verificando se o arquivo de legenda (se informado) está no format utf-8
test -f "$legenda" -a $(file -bi "$legenda" | sed 's/\(.*\)charset=//') == "utf-8" || error_exit "A legenda não está no formato utf-8: $legenda"

# Tenta criar o arquivo de saída
touch "$output" > /dev/null 2>&1 || error_exit "Erro ao criar o arquivo de saída: $output"

echo
echo "******************************************************"
echo "Ambiente"
echo "video: $video"
echo "legenda: $legenda"
echo "vbitrate: $vb"
echo "abitrate: $ab"
echo "******************************************************"
echo

function echo_exec {
echo $1
echo $2

if [ -z $sim ]; then
eval $2 || error_exit "Operação cancelada"
fi
}

cmd="mencoder \"$video\" -sub \"$legenda\" -ovc lavc -lavcopts vcodec=mpeg4:vpass=1 -oac mp3lame -ffourcc XVID -o /dev/null"
echo_exec "Encoding 2-pass - parte 1" "$cmd"

cmd="mencoder \"$video\" -sub \"$legenda\" -ovc lavc -lavcopts vcodec=mpeg4:vpass=2:vbitrate=$vb -oac mp3lame -lameopts abr:br=$ab$vol -ffourcc XVID -o \"$output\" -utf8"
echo_exec "Encoding 2-pass - parte 2" "$cmd"


Explicando em termos gerais, o script aceita os seguintes parâmetros de linha de comando:
-v arquivo de vídeo origem
-l arquivo de legendas
-vb bitrate do vídeo
-ab bitrate do áudio
-o arquivo de output
-vol volume do áudio - opcional (para aplicar ganho - pode distorcer)
-sim modo simulação (na verdade só exibe os comandos na tela, sem executar nada)

Estou usando o método 2pass do mencoder porque achei que tive videos de melhor performance assim.

Alguns pontos a melhorar:

O mencoder está sempre usando -utf8, por isso precisa do arquivo de legendas em formato utf-8. Vou tentar criar uma função para converter automaticamente o arquivo para utf-8 caso não seja - atualmente o programa retorna um erro e não prossegue.

Antes de rodar o programa é preciso saber de antemão o bitrate de áudio e vídeo que serão usados. Vou tentar identificar no arquivo de origem e dar suporte ao usuário entrar com as informações através de prompt.

Tornar a seleção da legenda opcional. Embora era minha intenção, ainda não está funcionando.

Acabei de executar o script e na minha máquina está funcionando (bem, na nossa máquina sempre funciona, né...), então espero que ajude outras pessoas da mesma forma que me ajuda aqui.

Grande abraço a todos e até a próxima.

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domingo, 30 de outubro de 2011

Problema de conexão tcp/ip com MySQL no Slackware13.37 - Resolvido

Olá a todos mais uma vez.

Neste post vou relatar um problema que aconteceu comigo e o que eu fiz para resolver.

Neste fim de semana montei uma instalação GNU/Linux para desenvolver alguns projetos em Java com JBoss Seam e MySQl - minha primeira escolha era o postgres, mas o mysql já estava instalado e eu encontrei dificuldades instalando o postgres no Slackware, mas fica para outro post - A distro escolhida foi o Slackware, em sua versão recentemente lançada 13.37.

SO, BD, eclipse e Jboss instalados, banco de teste criado, fui criar uma conexão no eclipse para começar a trabalhar na IDE. Quando veio o problema: Não conseguia conectar no banco pelo software.

Horas e horas procurando consegui resolver.

Primeira orientação que vi foi procurar no arquivo my.cnf - no meu caso fica no /etc/my.cnf - se existe alguma entrada skip-networking não comentada.

Esta entrada skip-networking desabilita o suporte a rede: Só é possível conectar ao servidor na mesma máquina e pelo socket /var/lib/mysql/mysql.sock.

O meu problema era que não havia esta configuração no meu servidor, e mesmo assim não conseguia conectar via tcp/ip. Foi quando encontrei no arquivo de script que inicia o meu servidor que o script estava passando esse parâmetro pela linha de comando.

No meu é /etc/rc.d/rc.mysqld. Na linha 32 do script tem a seguinte linha:

SKIP="--skip-networking"

Essa linha deve ser comentada para o servidor aceitar conexões tcp/ip.

Grande abraço e até a próxima.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Rational Team Concert - JazzHub

Atenção, pessoal do RJ!

Para o corajoso que estiver disposto a encarar o trânsito na Gávea na hora do rush ....

O pessoal da IBM vai ministrar uma palestra a qual pretende demonstrar a ferramenta Rational Team Concert. No site da IBM aondhttp://www.blogger.com/img/blank.gife o evento esta sendo anunciado cita que haverá demonstração de como criar um projeto e demonstrará os principais recursos da ferramenta. Acho que vale dar uma conferida.
O evento vai ser na PUC-RIO no RIO DE JANEIRO 28/10/11, 19h30

Auditório: B8 Edifício Frings – 8ª andar - Rua Marquês de São Vicente, 225 – Gávea

OBS:
O Palestrante será o Gerente de Desenvolvimento Sênior da IBM Estados Unidos que também é responsável pelos projetos “jazz.net” e “JazzHub”, Robin D Garside.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tortoise/SVN Command Bat execute

Pode ser uma boa solução automatizar os comandos que fazemos repetidamente pelo Tortoise. Por exemplo, o comando update nas pastas que você precisa atualizar. Existem casos em que, dependendo da configuração do SVN, somos obrigados a dar update em diretório por diretório, o que além de ser extremante chato ainda corremos o risco de esquecer alguma atualização.
Ainda existem os casos dos que não precisam dar o update na raiz de diretórios porque vai atualizar coisas demais que não são necessárias.
Em fim, se for o caso de um "bat" lhe ser útil para executar ações do Tortoise, segue o exemplo abaixo de um script que o Felipe Guerço criou e agilizou bastante as coisas aqui. Obrigado Felipe!
Segue exemplo:


Segue referência, TortoiseSVN Commands ...
@echo off

FOR %%A IN (

"C:\sorteJayk\projeto\GLADY07\Implementation"
"C:\sorteJayk\projeto\GLADY07\Req"
"C:\sorteJayk\projeto\GLADY08\AChecklist"
"C:\sorteJayk\projeto\GLADY08\ZYZ"
"C:\sorteJayk\projeto\GLADY08\Homologacao_interna"
"C:\sorteJayk\projeto\GLADY09\Projetc_first"
"C:\sorteJayk\projeto\GLADY09\Projetc_log"
"C:\sorteJayk\projeto\GLADY09\Requist"
"D:\PROJETOS sorteJayk\TI\ACESSO"
"D:\PROJETOS sorteJayk\TI\GLADY"
"D:\PROJETOS sorteJayk\TI\MVC"
"D:\PROJETOS sorteJayk\TI\PTR_MAIN"

) DO "C:\Arquivos de programas\TortoiseSVN\bin\TortoiseProc.exe" /notempfile /command:update /path:%%A /closeonend:3



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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Commitou o que não era pra comittar? Dá "Rollback"!

Fala ai, pessoal!

Se você é de TI, com certeza já passou por uma situação como essa:
Atualizando dados de uma tabela em um banco de dados Oracle, você alterou um ou vários campos com o valor errado, ou até mesmo excluiu um ou mais registros e deu COMMIT. E agora?!?! Fedeu?!?! NÃO!!! Você pode recuperar os dados...
Fala ai, pessoal!

Se você é de TI, com certeza já passou por uma situação como essa:
Atualizando dados de uma tabela em um banco de dados Oracle, você alterou um ou vários campos com o valor errado, ou até mesmo excluiu um ou mais registros e deu COMMIT. E agora?!?! Fedeu?!?! NÃO!!! Você pode recuperar os dados através do Oracle Flashback.

Para isso, a tarefa é muito simples. Basta fazer um select na tal tabela, normal mesmo, com os campos e condições que você quer e, no from, após o nome da tabela, colocar "as of timestamp systimestamp - interval 'X' minute", onde esse "X" é o tempo que passou desde a bobagem que você fez até agora.

Por exemplo: Tenho uma tabela CLIENTE na minha base de dados Oracle e vou atualizar os clientes que não fazem compras há mais de 1 mês para Inativos.

Então fiz lá meu update, atualizando o campo STATUS_CLIENTE para "I", depois de fazer um select que retorna os tais clientes que não compraram no último mês. Dei o COMMIT. Alguns desses clientes estavam com o STATUS "A" de Ativo, "D" de Devedor, "V" de VIP.

Daí, chega o meu chefe, 30 minutos depois que eu fiz o update, dizendo que esse update não pode ser feito em clientes VIP e eu... DANÇO? Não! Eu faço o seguinte:

select ID_CLIENTE
from CLIENTE
as of timestamp systimestamp - interval '30' minute
where STATUS_CLIENTE = 'V';

PRONTO! Peguei todo mundo que tava com o campo STATUS_CLIENTE = 'V' 30 minutos atrás.
Com os IDs, eu faço um novo update, passando essa galera, que está com o STATUS = 'I', pra 'V'.

Salvei meu emprego e deixei meu chefe feliz!

PS.: Agradecimentos ao camarada Willian Rodrigues que ajudou nesse post!

Abraço a todos!

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

D2010 e Data Snap - Por Bruno Lichot

Sobre o D2010:
Vale apena ficar antenado, Bruno Lichot esta publicando uma série de artigos sobre DataSnap 2010 na revista Acitve Delphi.
O exemplo publicado nesta edição pode ser baixado aqui!

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Delphi - Intraweb: Passar e recuperar parâmetros entre requisições HTTP

Inicie uma aplicação Intraweb no Delphi. O Assunto é sobre passar, e recuperar, parâmetros entre requisições HTTP. Especificamente, pretendo exemplificar como chamar uma outra aplicação web, sendo que nesta chamada passaremos parâmetros, os quais, obviamente, serão recuperados e processados pela aplicação que foi requisitada.


Neste artigo criaremos duas aplicações Intraweb ISAPI. Um delas (“AppEstacaoZNSubmit”) servirá para passar parâmetros para outra (“AppRequestQueryFieldsEstacaoZN”). Esta segunda por sua vez, recupera os valores destes parâmetros processa e os exibe.
Ok, definido o que pretendemos fazer passamos agora a parte prática.

A seguir o código fonte da aplicação ISAPI que chama e passa os parâmetros. Salvei essa app de com o nome “AppEstacaoZNSubmit”.

O Form principal e único desta aplicação “IWUnit1.pas”:

unit IWUnit1;
{PUBDIST}

interface

uses
IWAppForm, IWApplication, IWTypes, IWCompButton, Classes, Controls,
IWControl, IWCompEdit, IWCompLabel;

type
TformMain = class(TIWAppForm)
IWEdit1: TIWEdit;
IWButton1: TIWButton;
IWLabel1: TIWLabel;
EdtURLZN: TIWEdit;
IWLabel2: TIWLabel;
procedure IWAppFormCreate(Sender: TObject);
procedure IWButton1Click(Sender: TObject);
public
end;

implementation
{$R *.dfm}

uses
ServerController, SysUtils, IWForm;

procedure TformMain.IWAppFormCreate(Sender: TObject);
begin
IWEdit1.Text := '';
IWButton1.Caption := 'Enviar - ZN';
IWLabel1.Caption := 'Digite o valor que será enviado';
IWLabel2.Caption := 'Digite a URL da aplicação ISAPI que será chamada' +
'e exibirá o valor digitado acima.';
EdtURLZN.Text := '';
end;

procedure TformMain.IWButton1Click(Sender: TObject);
const
AJSComando = 'window.open("%s?estacaoZnValor=%s")';
begin
AddToInitProc(Format(AJSComando, [EdtURLZN.Text, IWEdit1.Text]));
end;

end.


Em seguida o “.dpr”:

library AppEstacaoZNSubmit;

uses
IWInitISAPI,
ServerController in 'ServerController.pas' {IWServerController: TIWServerControllerBase},
IWUnit1 in 'IWUnit1.pas' {formMain: TIWForm1};

{$R *.RES}

begin
IWRun(TFormMain, TIWServerController);
end.


Não editei nada no “IWServerController”, portanto após compilar e efetuar o deploy da “AppEstacaoZNSubmit.dll” no IIS damos por encerrada esta etapa do nosso exemplo.


O próximo passo é codificar a segunda aplicação. Logo, novamente inicie um novo projeto Intraweb ISAPI, salve com o nome de “AppRequestQueryFieldsEstacaoZN”. No evento “OnRender” do IWForm1 implementaremos o que especificamos anteriormente. Abaixo, o fonte da IWUnit1.pas:

unit IWUnit1;
{PUBDIST}

interface

uses
IWAppForm, IWApplication, IWTypes, Classes, Controls, IWControl,
IWCompLabel, IWCompListbox, IWCompMemo;

type
TformMain = class(TIWAppForm)
IWLabel1: TIWLabel;
procedure IWAppFormRender(Sender: TObject);
public
end;

implementation
{$R *.dfm}

uses
ServerController, IWForm, SysUtils;

procedure TformMain.IWAppFormRender(Sender: TObject);
const
ZnMsg = 'www.estacaozn.blogspot.com O Valor recebido de "%s" é: %s';
begin
IWLabel1.Caption := Format(ZnMsg,
[WebApplication.Request.RemoteAddr,
WebApplication.Request.QueryFields.Values['estacaoZnValor']]);
IWLabel1.Font.Size := 20;
end;


Vejamos o “.dpr” da “AppRequestQueryFieldsEstacaoZN.dpr”.


library AppRequestQueryFieldsEstacaoZN;

uses
IWInitISAPI,
ServerController in 'ServerController.pas' {IWServerController: TIWServerControllerBase},
IWUnit1 in 'IWUnit1.pas' {formMain: TIWForm1};

{$R *.RES}

begin
IWRun(TFormMain, TIWServerController);
end.


Após proceder a implementação deste módulo conforme ilustrado acima, semelhante ao exemplo anterior compile e efetue o deploy da “AppRequestQueryFieldsEstacaoZN.dll” no ISS.
Feito isso já é possível testar. No browser, chame o diretório virtual definido no deploy da primeira aplicação (AppEstacaoZNSubmit.dll).




Digite no “IWEdit1” o valor para parâmetro “estacaoZnValor”, o qual será exibido. Digite também a URL da segunda aplicação no “EdtURLZN”, para somente então clicar no IWButton1.






Na primeira aplicação, no evento OnClick do IWButton1, chamamos o método “AddToInitProc” de “TformMain”. Este método nos permite “colocar” scripts (Javascript) que serão executados quando a função “Initialize()" padronizada pelo framework Intraweb, quando o browser estiver interpretando a tag “body”, da página construída pelo Intraweb. No body onload é definida a chamada a função “Initialize()".





function Initialize() {
InitSubmitter();
StaticInit();
if (document.body.leftMargin < 0 && document.body.topMargin < 0) {
document.body.leftMargin = 0;
document.body.topMargin = 0;
}
InitRects(614, 451);
InitIWCLObjects();

window.open("http://localhost/requesestacaozn/?estacaoZnValor=Landjah Estação ZN")
}



Então, podemos concluir que, no Intraweb quando você precisar executar uma função qualquer no evento “onload” no body basta para isso passá-la como parâmetro no método “AddToInitProc” do TIWForm em questão.

Na segunda aplicação, “AppEstacaoZNSubmit”, o comando
"WebApplication.Request.QueryFields.Values" pode ser entendido da mesma forma que o Webbrocker trabalha com o protocolo http.
Podemos também recuperas outras variáveis através do objeto “WebApplication”, sua propriedade “Request”, tais como o “RemoteHost”, “UserAgent” e etc..

Por hora é só .... Até a próx!!!


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JSP e Oracle - Para apresentar uma Treeview

Olá pessoal!

Dando manutenção em um sistema java web com interface jsp precisei usar uma treeview para apresentar as categorias de produtos para o usuário. Vou relatar aqui a experiência.


As categorias estão modeladas no banco em uma tabela com autorelacionamento.



No oracle para consultar uma table com autorelacionamento podemos utilizar a seguinte query:


select id, LEVEL, SYS_CONNECT_BY_PATH(nome, '@') as caminho
from categoria CONNECT BY parent_id = PRIOR id START WITH id = categoria_inicial


A categoria_inicial é a primeira categoria de uma árvore, nesse sistemas existem várias árvores de categorias.

O resultado fica assim para a categoria_inicial igual a 30:

id level caminho
30 1 @Material de escritório
31 2 @Material de escritório@Informática
34 3 @Material de escritório@Informática@Tinta
55 4 @Material de escritório@Informática@Tinta@Tinta Impressoras
60 3 @Material de escritório@Informática@Armazenamento
63 4 @Material de escritório@Informática@Armazenamento@DAT/DLT/DVD/DDS
64 4 @Material de escritório@Informática@Armazenamento@Disquetes
92 3 @Material de escritório@Informática@Teste
93 4 @Material de escritório@Informática@Teste@Teste1
113 4 @Material de escritório@Informática@Teste@Teste2
120 4 @Material de escritório@Informática@Teste@Test3

Ai no java criei uma classe para representar a estrutura da categoria, ficou assim:

public class CategoriaTreeView {
public String id;
public int level;
public String path;

public CategoriaTreeView(String id, int level, String path){
this.id = id;
this.level = level;
this.path = path;
}
}


Como essa classe vai ser utilizada somente como uma estrutura de dados para representar o dado que será exibido na tela ela não tem gets e sets. Nem toda classe java precisa ter gets e sets. Gets e sets aqui são desnecessários e não acresentam nada. Acredite. Mas isso é assunto para outro post.

Também tenho um DAO que acessa o banco e entrega um List com os objetos CategoriaTreeView.

Antes disso fiz uma pesquisa na internet sobre como criar uma treeview no jsp (ou html) e encontrei o jQuery plugin: Treeview que transforma uma lista não ordenada do html <ul> em uma árvore.

Agora o problema é transformar a minha coleção de CategoriaTreeView em uma lista não ordenada com <ul> e <li>. Para isso eu criei a seguinte função recursiva que retorna uma String que será utilizada dentro do html:


private String processa(int atual, List<CategoriaTreeView> lista){
if(lista == null) return "";
String out = "";
if(lista.size() == 0) {
if(atual > 0){
out += "</li>\n";
out += "</ul>\n";
out += processa(atual - 1, lista);
}
}else if(lista.size()>0){
CategoriaTreeView item = lista.remove(0);
if(item.level == atual){
out += "</li>\n";
out += "<li><span>" + subString(item.level, item.path) + "</span>\n";
out += processa(item.level, lista);
}else if(item.level > atual){
out += "<ul>\n";
out += "<li><span>" + subString(item.level, item.path) + "</span>\n";
out += processa(item.level, lista);
}else if(item.level < atual){
out += "</li>\n";
out += "</ul>\n";
// adiciono o cara de volta na lista pois ainda não foi processado. estou voltando um nivel na árvore.
lista.add(0, item);
out += processa(atual - 1, lista);
}
}
return out;
}

Também temos a função para retornar a categoria de dentro do caminho:


private String subString(int i, String s){
String[] ss = s.split("@");
return ss[i];
}


Dentro do meu servlet eu tenho o seguinte código:

ArrayList categorias = dao.categorias(categoria_inicial);
String treeView = processa(0, categorias);
treeView = treeView.replaceFirst("<ul>", "<ul id=\"browser\">");
request.setAttribute("treeView", treeView);

Para exibir a treeview no jsp eu utilizei o exemplo simple.html que vem no download do jQuery plugin: Treeview. A única mudança foi que eu fiz o download do jquery ao invés de usar o link direto do ajax.googleapis.com.

Adicionei o seguinte ao jsp:


<link rel="stylesheet" href="../jquery.treeview.css" />
<link rel="stylesheet" href="../red-treeview.css" />
<link rel="stylesheet" href="screen.css" />

<script type="text/javascript" src="jquery-1.3.2.min.js"></script>
<script src="../lib/jquery.cookie.js" type="text/javascript"></script>
<script src="../jquery.treeview.js" type="text/javascript"></script>

<script type="text/javascript">
$(document).ready(function(){
$("#browser").treeview({control: "#treecontrol", animated:"normal", persist: "cookie"});
});
</script>

<%
String s = (String)request.getAttribute("treeView");
if(s != null && !s.trim().equals("")){
%>
<tr>
<td>
<br>
<div id="treecontrol">
<a title="Collapse the entire tree below" href="#">Fechar Tudo</a>
<a title="Expand the entire tree below" href="#">Abrir Tudo</a>
</div>

</td>
</tr>
<tr>
<td>
<br>
<div><%= s %></div>
</td>
</tr>
<%
}
%>


O resultado fica parecido com esse demo que está no site.



Abraços, Rodrigo Alencar.

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sábado, 23 de maio de 2009

Cursor with parameters in PL/SQL

Ver este post em Portugûes

Here I'm gonna show another technique to work with cursors in PL/SQL. I had to do something at work where it was very useful: cursor that take arguments.

The biggest advantages of parametrized queries is that the server doesn't have to pass through the parse and plan phases ever again (after the first time, of course) and the compile-time checking for syntax errors (when we use string queries we only know any syntax errors in runtime).

That said let's go to examples:


cursor ProductCursor(pname in varchar2) is
select *
from product
where name like pname;


Nice, isn't it? It's like a procedure in terms of syntax. And opening the cursor is like this:


open ProductCursor('A%');


It'll open the cursor with all the products which name starts with 'A'.

We can create a rowtype based var from this cursor:


prod ProductCursor%rowtype;


Now I'm gonna join it all in a script:


declare
-- Cursor
cursor ProductCursor(pname in varchar2) is
select *
from product
where name like pname;

-- Simple loop
prod ProductCursor%rowtype;

-- bulk collect loop
type Tprods is table of ProductCursor%rowtype;
prods Tprods;
i integer;

begin
-- simple loop
open ProductCursor('A%');
loop
fetch ProductCursor into prod;
exit when ProductCursor%notfound;
DBMS_OUTPUT.put_line(prod.nome);
-- other commands
end loop;
close ProductCursor;

-- bulk collect loop
open ProductCursor('A%');
fetch ProductCursor bulk collect into prods;
for i in prods.first .. prods.last loop
DBMS_OUTPUT.put_line(prods(i).nome);
-- another commands using prods(i)
end loop;
close ProductCursor;
end;


Cool, isn't it? See you next time.

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Cursor com parâmetros em PL/SQL

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Aqui vou mostrar outra técnica para trabalhar com cursores em PL/SQL. Eu tive que fazer um trabalho recentemente onde isso foi muito útil: Cursores que aceitam argumentos.

As maiores vantagem de usar queries parametrizadas no banco de dados é que o servidor não precisa fazer o parse e traçar um plano de execução (ele só faz isso na primeira vez que a query é executada) e ela fica certa em tempo de compilação (ao contrário das queries em string que nós só sabemos se há um erro de sintaxe em tempo de execução).

Dito isso vamos a um exemplo:


cursor ProdutoCursor(pnome in varchar2) is
select *
from produto
where nome like pnome;


Legal, não? A sintaxe fica muito parecida com uma procedure. E o método de abrir o cursor também é legal:


open ProdutoCursor('A%');


Aqui vai abrir o cursor trazendo todos os produtos onde o nome começa com a letra 'A'.

Podemos ainda criar um rowtype a partir deste cursor:


prod ProdutoCursor%rowtype;


Agora vou criar um script para juntar tudo:


declare
-- Cursor
cursor ProdutoCursor(pnome in varchar2) is
select *
from produto
where nome like pnome;

-- Para loop simples
prod ProdutoCursor%rowtype;

-- Para loop com bulk collect
type Tprods is table of ProdutoCursor%rowtype;
prods Tprods;
i integer;

begin
-- Loop simples
open ProdutoCursor('A%');
loop
fetch ProdutoCursor into prod;
exit when ProdutoCursor%notfound;
-- comandos a serem executados com o registro prod
DBMS_OUTPUT.put_line(prod.nome);
end loop;
close ProdutoCursor;

-- Loop com bulk collect
open ProdutoCursor('A%');
fetch ProdutoCursor bulk collect into prods;
for i in prods.first .. prods.last loop
-- comandos a serem executaos com o registro prods(i)
DBMS_OUTPUT.put_line(prods(i).nome);
end loop;
close ProdutoCursor;
end;


Muito legal, né? Até a próxima.

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Generics - A great addition to .Net

Ver este post em Portugûes

Hello. In this post I'll show something very nice about .Net: Generics.

First, I'll show a simple struct in order to explain the feature:


struct Person {
public string Name;
public string Address;
public string Zip;
}


We have here a classic example of a data struct. Here we define fields with their respective data types (we're talking here about a strongly typed language). That means we have to provide the data type of the attributes at compile time. But, what if we could let the (struct's) user define what type s/he wants to use in their struct? How so? e.g.: A struct, two fields and their data type is open to the user to specify and set the attribute, making it "appear" a weakly typed language, but with the advantage of type checking at compile time.

Let's take a look at an example:


struct Pair<TClass1, TClass2>
where TClass1 : class
where TClass2 : class {

public TClass1 obj1;
public TClass2 obj2;
}


Here comes the generics: We define a struct, asking the user to provide which clases will will represent the TClass1 and TClass2, which we are defining that have to inherit the class object and it automatically defines what data type that fields inside will accept

The nice part is when we start to use this structure. Let's see another code block:


class Customer {
public int ID;
public string Name;

public override string ToString() {
return string.Format("Customer ID = {0}, Name = {1}", ID, Name);
}
}

class Product {
public int ID;
public string Name;

public override string ToString() {
return string.Format("Product ID = {0}, Name = {1}", ID, Name);
}
}

struct Pair<TClass1, TClass2>
where TClass1 : class
where TClass2 : class {

public TClass1 obj1;
public TClass2 obj2;
}

class Program {
static void Main(string[] args) {

var c = new Customer { ID = 1, Name = "Felipe" };
var p = new Product { ID = 1, Name = "Caneta BIC" };

var pair = new Pair<Customer, Product>() { obj1 = c, obj2 = p };

Console.WriteLine(pair.obj1.ToString());
Console.WriteLine(pair.obj2.ToString());

}
}


The braces after the new instanct are a new notation of C# that allows us to create new instances of classes and set values to public fields in the same instruction.

In the progem we create instances of Customer and Product and define these types as the relevant types for the struct Pair. Note that, after we define the struct with these types we can only inform instances of these types for the specific fields. The compiler doens't let us inform any other value; and even the IntelliSense indicates correctly.

I hope you all liked this post and again, sorry for my english, as I am no native English speaker. Thank you very much and see you next time.

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Generics - Uma Grande adição a .Net

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Olá a todos. Neste post vou mostrar algo muito legal a respeito da .Net: Generics.

Primeiro vou preparar o terreno para explicar o recurso: Vamos ter como exemplo uma estrutura básica:



struct Pessoa {
public string Nome;
public string Endereco;
public string CEP;
}


Nós temos aqui um exemplo clássico de uma estrutura de dados. Nela nós definimos campos com os tipos definidos de dados (claro, numa linguagem fortemente tipada). Isso significa que nós temos que fornecer os tipos de dados na hora em que a criamos. Mas, E se pudéssemos criar uma estrutura de dados onde o usuário (da estrutura, claro) escolha os tipos de dados dos atributos? Como assim? A estrutura possui dois atributos e o usuário diz de que tipo de dados são estes atributos antes de definir seus valores, tendo "aparência" de linguagem de tipagem fraca, mas com a vantagem de checagem de tipos em tempo de compilação.

Nada melhor para explicar do que um exemplo prático:


struct Par<TClasse1, TClasse2>
where TClasse1 : class
where TClasse2 : class {

public TClasse1 obj1;
public TClasse2 obj2;
}


Aqui vem o uso dos genéricos: Definimos uma estrutura, pedido que o usuário forneça dois tipo, TClasse1 e TClasse2, que dizemos abaixo que elas devem ser descendentes de object (ou object) e isso vira uma classe para ser referenciada dentro da struct.

A parte legal vem na hora em que começamos a utilizar esta estrutura. Abaixo tem mais um bloco de código:


class Cliente {
public int ID;
public string Nome;

public override string ToString() {
return string.Format("Cliente ID = {0}, Nome = {1}", ID, Nome);
}
}

class Produto {
public int ID;
public string Nome;

public override string ToString() {
return string.Format("Produto ID = {0}, Nome = {1}", ID, Nome);
}
}

struct Par<TClasse1, TClasse2>
where TClasse1 : class
where TClasse2 : class {

public TClasse1 obj1;
public TClasse2 obj2;
}

class Program {
static void Main(string[] args) {

var c = new Cliente { ID = 1, Nome = "Felipe" };
var p = new Produto { ID = 1, Nome = "Caneta BIC" };

var par = new Par<Cliente, Produto>() { obj1 = c, obj2 = p };

Console.WriteLine(par.obj1.ToString());
Console.WriteLine(par.obj2.ToString());

}
}



As chaves depois da nova instância das classes é uma facilidade do C# que nos permite criar uma nova instância de uma classe e atribuir valores aos membros públicos naquele momento.

Dentro do programa nós criamos instâncias das classes Cliente e Produto e definimos como atributos da nossa estrutura para usarmos depois. O detalhe é que, assim que nós definimos que as classes da estrutura são Cliente e Produto, o compilador não deixa nenhum outro valor; até o IntelliSense indica corretamente.

Espero que que vocês tenham gostado deste post e o assunto tenha despertado em vocês o interesse que despertou em mim. Muito obrigado e até a próxima.

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Você já isntalou o IE8?

Como o título já diz: eu já. A microsoft colocou o Internet Explorer 8 como atualização crítica para o Windows XP e cá estamos nós usuários deste maravilhoso sistema operacional atualizando.

O navegador é muito bonitinho: A interface é boa, tem depurador de Javascript (já dava para fazer isso anteriormente, mas agora está incorporado no navegador), etc. Mas um problema assola alguns usuários (como minha digníssima que ainda usa muito o Internet Explorer): o teclado.

Alguns usuários têm notado que no IE 8 o teclado não responde legal. Na minhma máquina acontece isso Neste link [forum.clubedohardware.com.br] há uma discussão do problema e possíveis causas e soluções.

Alguns males vêm para bem: Agora minha patroa já está começando a usar o querido por todos Firefox para navegar, graças as minhas insistentes investidas. Ha ha. Aproveitei essa hora para trazê-la ao lado da luz.

Abraços e até a próxima!

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

JclStrings - StrPadRight, StrPadLeft

È uma biblioteca da JCL (Jedi), como o nome da “unit” indica, para trabalhar com strings. Esteja certo de que, tudo e qualquer coisa que você pensar fazer com strings eles implementaram nesta biblioteca.

Caso você, desafortunadamente, precise de alguma função para trabalhar com strings e não encontre na JclStrings, provavelmente é porque você está querendo fazer alguma variação do “BozoSort” (rsrsrs, neste caso procure o Bozo ou o Jaspion). Quem me apresentou a ela foi o Malta, desde então nunca mais me separei dela. A seguir, um exemplo de como concatenar caracteres a esquerda ou a direita de uma string de tamanho limitado. Ou seja, mantendo o tamanho (Length) da string inalterado.


unit Unit1;

interface

uses
Windows, Messages, SysUtils, Variants, Classes, Graphics, Controls, Forms,
Dialogs, StdCtrls, Buttons;

type
TForm1 = class(TForm)
BitBtn1: TBitBtn;
procedure BitBtn1Click(Sender: TObject);
private
{ Private declarations }
public
{ Public declarations }
end;

var
Form1: TForm1;

implementation

{$R *.dfm}

uses jclStrings, Math;

procedure TForm1.BitBtn1Click(Sender: TObject);
var
ZnDt, ZnNum: String;
ADay, AMonth, AYear: Word;
begin

DecodeDate(Date, AYear, AMonth, ADay);
ZnDt := Format('%s%s%s', [ StrPadLeft(IntToStr(ADay), 2, '0'),
StrPadLeft(IntToStr(AMonth), 2, '0'), IntToStr(AYear)]);
Self.Canvas.TextOut(12, 32, ZnDt);

Randomize;
ZnNum := IntToStr(RandomRange(0, 50000));
ZnNum := StrPadRight(ZnNum, 6, 'X');
Self.Canvas.TextOut(12, 52, ZnNum);

end;


Por falar me Bozo, lembrei de uma coisa (rsrsrs)..... Esse exemplo com datas, não foi uma boa idéia!?!?!?!??!?!
Na verdade ... esse exemplo com datas foi ótimo! Para demonstrarmos como não fazer ... uma coisa que provavelmente todo desenvolvedor, em algum momento, vai precisar fazer (rsrsrs).
Por favor, não façam assim (concatenar zeros a direita do dia e do mês).
Por isso, preste a tenção para substituir o código da linha 35 ...

ZnDt := Format('%s%s%s', [ StrPadLeft(IntToStr(ADay), 2, '0'),
StrPadLeft(IntToStr(AMonth), 2, '0'), IntToStr(AYear)]);

Por

ZnDt := Format('%.2d%.2d%.4d', [ADay, AMonth, AYear]);

Bem melhor agora!!!!!!!

Se você veio procurar "StrPadLeft" para trabalhar com datas, se deu bem! Use o "Format('%.2d%.2d%.4d, [ADay, AMonth, AYear])".
O Malta, mais uma vez, nos emprestou o conhecimento dele.
Grato!

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Controle de Versão - "Seus problemas acabaram!"


Você é aquele cara que, pra controlar as versões do seu sistema, zipa os fontes e nomeia com o número da versão? Ou paga um software caríssimo de controle de versão? Ou toma uma coça pra instalar um controlador gratuito? SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!


Apresento-lhes os dois softwares que vão resolver todos os seus problemas: VisualSVN + TortoiseSVN.

O primeiro é um servidor Windows de Subversion, um controlador de versões gratuito muito bom. Muito simples de instalar, esquema Windows: next, next, next, finish.
Muito fácil também de manusear. Basta criar os repositórios e os usuários que acessam esses repositórios.
Então aqui vai o link do VisualSVN: http://www.visualsvn.com/server/
O segundo é um cliente de Subversion muito, muito bom mesmo. Integra-se ao Windows Explorer e é super simples de usar também. Basicamente, você deve criar uma pasta que apontará para o repositório do VisualSVN. Depois do TortoiseSVN instalado, quando você clicar com o botão direito sobre a pasta pelo Windows Explorer, vai aparecer uma opção chamada "SVN Checkout...".
Colocou arquivos/diretórios novos dentro da pasta, "Add". Quer subir os fontes? "Commit". Quer atualizar seus fontes? "Update".
No próximo post sobre o assunto, eu vou dar uma passada mais detalhada sobre esta ferramenta.
Chega de blá, blá, blá. Lá vai o link: http://tortoisesvn.net/

Então é isso. Abraço a todos e até o próximo post!

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sábado, 25 de abril de 2009

Ajax/JSON & Delphi technologies– Webbrocker, Intraweb (ISAPI), IWTemplateProcessorHTML com CSS

Estou com muita pressa, portanto serei o mais sucinto o possível ...
O objetivo deste artigo é documentar uma solução desenvolvida para atender um cliente.
Vamos criar um serviço de consulta que deverá fornecer dados para um requisição Ajax. Para isso construiremos uma aplicação servidora (Delphi/Webbrocker) a qual acessará uma base de dados MS SQL Server (especificamente o banco de dados para exemplos “Northwind”), para executarmos uma consulta parametrizada (valor que virá na requisição cliente) cujo os dados retornados serão devidamente formatados para Json (Wik) (Não vou usar XML). Ou seja, como resposta a requisição mencionada, a aplicação servidora retornará os dado que serão consumidos pelo Ajax/Json.


Não sei, ou sei muito pouco sobre o que vc esta falando, Gerson. Então veja:
Pesquisa 1
Pesquisa 2
Marco Cantù AJax XML/DOM
Neste artigo o Cantù mostra como aproveitar o XMLData do TClientDataSet no DOM/XML (mto legal para delpheros).
Marco Cantù Artigo Ajax
Json

Em seguida, desenvolveremos o aplicativo cliente, a camada de interface, em Delphi/Intraweb, aonde implementaremos uma função Javascript. Nela usaremos o XMLHttpRequest do javascript de forma assíncrona.


Mãos à Obra, Estação ZN!


Server-Side development

Inicie um projeto Webbrocker no Delphi. Menu ►File ►New ►Other ► Web Server Application.





A tecnologia de service web que vamos usar será API do IIS (ISAPI). No WebModule1 adicione os componentes de acesso a dados: TADOConnetion, TADODataSet, TDataSetProvider, TClientDataSet. No editor de string de conexão (Edit Connection String) do ADOConnection, configure a conexão com o SQL Server e em seguida associe os Datasets (Como Associar? veja no Estação ZN). O Comando SQl que definiremos no ADODataSet1 será:



select * from Customers
where CompanyName like :CompanyName


Criando a Webbrocker Action (WebAction)

Selecione o WebModule1, de maneira que suas propriedades sejam listadas no Object Inspector. Crie uma Action e configure suas propriedades conforme ilustrado abaixo:




Evento OnAction da Action “ZnConsClientes”:



uses
Math, StrUtils;

procedure TWebModule1.WebModule1ZnConsClientesAction(Sender: TObject;
Request: TWebRequest; Response: TWebResponse; var Handled: Boolean);
const
ZnTag = '%s:%s';
var
StrStatment: String;
i, CodRetorno: Integer;
begin
with ClientDataSet1 do
begin
Params[0].AsString := '%' + Request.QueryFields.Values['znNomeCli']+ '%';
try
Open;
CodRetorno := IfThen(IsEmpty, -1, 1);
StrStatment := StrStatment +
Format(ZnTag, ['codretornoZn',
IntToStr(CodRetorno)]);

if CodRetorno = 0 then Exit;

for i := 0 to Pred(FieldCount) do
begin
StrStatment := StrStatment + ','+
Format(ZnTag, [LowerCase(ClientDataSet1.Fields[i].FieldName),
IfThen((ClientDataSet1.Fields[i].AsString = ''), QuotedStr('-'),
QuotedStr(ClientDataSet1.Fields[i].AsString))]);
end;

finally
Close;
Response.Content := Format('{%s}',[StrStatment]);
end;
end;
end;


Para usar as versões sobrecarregadas da função “IfTehn” precisamos, para este exemplo, declarar (fazer uses das ...) as units “Math” e “StrUtils” (observe na linha 2 do trecho acima).
Pronto, acabamos essa primeira parte! Antes de compilar, garanta que o ADOCOnnection esteja desconectado. Propriedade “Connected” igual a “false”. Agora sim!!! Compile a aplicação servidora para gerar a dll a qual faremos deploy no IIS (Deploy de uma dll ISAPI). Vou criar o diretório virtual no IIS com o nome de “ajaxjsonzn”.

Após ter tido sucesso em realizar o deploy, vamos testar.
Para isso digitar no browser "http://localhost/ajaxjsonzn/?znNomeCli=Cactus" para se emocionar ao ver o que acabamos de criar.


Veja a string retornada pela nossa aplicação servidora Webbrocker:

{codretornoZn:1,customerid:'CACTU',companyname:'Cactus Comidas para llevar',contactname:'Patricio Simpson',
contacttitle:'Sales Agent',address:'Cerrito 333',city:'Buenos Aires',region:'-',
postalcode:'1010',country:'Argentina',phone:'(1) 135-5555',fax:'(1) 135-4892'}



Cliente-Side development

Meu querido leitor do Estação ZN, neste momento vamos começar esta segunda parte do artigo construindo uma página html. Hum, ãhhh?!?!? Como?? Mas o assunto não é Delphi? Sim, o assunto gira em torno das tecnologias para web existentes no Delphi. O que nós vamos fazer agora é demonstrar também como o framework Intraweb pode interagir com projetos onde as páginas web são desenvolvidas a parte do Delphi. Existem várias situações onde isso poderá ser extremamente vantajoso. Por exemplo, imagine um projeto onde exista uma ênfase grande na parte de design e por isso as páginas do site são desenvolvidas especificamente pela equipe de designers e diante disto a equipe de desenvolvimento deve integrá-las a parte de lógica e persistência desenvolvida no Delphi. Este cenário no contexto Delphi é até bem comum, penso que sim.
Portanto, antes de qualquer coisa execute seu editor preferido de páginas htm e Javascript e bola pra frente. Abaixo, segue o código dá pagina que desenvolvi para este exemplo:


<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
<head>
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=iso-8859-1" />
<title>Untitled Document</title>
<style type="text/css">
<!--
.AreaTexto {
font-family: "Comic Sans MS", "Courier New", Georgia;
width: 420px;
height:540px;
background-color:#FFFF38;
}
-->

</style>
<script type="text/javascript">

var ZnXmlAjaxHttpObj;

function ZnGetClienteWsAjx(ZnMyName) {

alert('estou na função!');
if (typeof XMLHttpRequest != "undefined"){ZnXmlAjaxHttpObj = new XMLHttpRequest();}
else{
ZnXmlAjaxHttpObj = new ActiveXObject('Msxml2.XMLHTTP');
if (!ZnXmlAjaxHttpObj){ZnXmlAjaxHttpObj = new ActiveXObject('Microsoft.XMLHTTP');}
}
alert(ZnMyName.value);
var ZnSpan = document.getElementById("IWLABEL1");

ZnSpan.innerHTML = "Estaçaõ Zn: Buscando dados do Cliente pelo nome fornecido: " + ZnMyName.value + " ....";

var url = "http://localhost/ajaxjsonzn/?znNomeCli="+ ZnMyName.value;
ZnXmlAjaxHttpObj.open("GET", url, true);
ZnXmlAjaxHttpObj.onreadystatechange = ZnDynProcessaReqBuscaCliente;
ZnXmlAjaxHttpObj.send(null);
}

function ZnDynProcessaReqBuscaCliente() {
var ZnSpan2 = document.getElementById("IWLABEL2");
var ZnElement = document.getElementById("IWEDIT1");
ZnSpan2.innerHTML = 'Processando ..................';
if (ZnSpan2.innerHTML.indexOf("buscando dados",0) >= 0){ZnSpan2.innerHTML = "Processando ...";}
else {ZnSpan2.innerHTML = "<b>buscando dados do Cliente: </b>" + ZnElement.value + " ....";}

if (ZnXmlAjaxHttpObj.readyState == 4) {
if (ZnXmlAjaxHttpObj.status == 200) {
processJsonEstacaoZn(ZnXmlAjaxHttpObj.responseText);
}
}
else return false;
}

function processJsonEstacaoZn(obj1) {

var ObjLandjah;
eval('ObjLandjah = ' + obj1);
var Aux =
" <br /> customerid: "+ ObjLandjah.customerid +
" <br /> contactname: "+ ObjLandjah.contactname +
" <br /> contacttitle: "+ ObjLandjah.contacttitle +
" <br /> companyname: "+ ObjLandjah.companyname +
" <br /> country: "+ ObjLandjah.country +
" <br /> CEP/postal code: " + ObjLandjah.postalcode +
"<br /> Região: " + ObjLandjah.region +
"<br /> Cidade: " + ObjLandjah.city +
"<br />Logradouro: " + ObjLandjah.address +
" <br /> fax: " + ObjLandjah.fax +
" <br /> phone: "+ ObjLandjah.phone;
alert(Aux);
document.getElementById("cj").innerHTML += '- <b>Ninguém vai subir #@#@%#@%#%@ ... vai ficar todo mundo quietinho ae.</b>';
document.getElementById("cj").innerHTML += Aux;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += ' \n <b>100% Quatorze? </b>';
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += ' \n ************************************';
//****************************************************

var insertData = "<b> Resultado Consulta www.estacaozn.blogspot.com:</b>";
try {
//alert('Cod Retorno: ' + ObjLandjah.codretornoZn);
switch (ObjLandjah.codretornoZn * 1) {
case 1:
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += ' \n - Cavera meu Capitão. ';
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += ' \n ************************************';
insertData += " <br /> customerid: "+ ObjLandjah.customerid +
" <br /> contactname: "+ ObjLandjah.contactname +
" <br /> contacttitle: "+ ObjLandjah.contacttitle +
" <br /> companyname: "+ ObjLandjah.companyname +
" <br /> country: "+ ObjLandjah.country +
" <br /> CEP/postal code: " + ObjLandjah.postalcode +
"<br /> Região: " + ObjLandjah.region +
"<br /> Cidade: " + ObjLandjah.city +
"<br />Logradouro: " + ObjLandjah.address +
" <br /> fax: " + ObjLandjah.fax +
" <br /> phone: " + ObjLandjah.phone;
//alert("Case, estou aqui");
// Abaixo, veja como atribuir valor do JavaScript Object Notation ao IWMemo e aos IWEdits
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += ' \n ************************************';
document.getElementById("CEP").value = ObjLandjah.postalcode;
document.getElementById("CEP").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += " \n CEP: " + ObjLandjah.postalcode;
document.getElementById("CONTACTNAME").value = ObjLandjah.contactname;
document.getElementById("CONTACTNAME").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += " \n Contato: " + ObjLandjah.contactname;
document.getElementById("CONTACTTITLE").value = ObjLandjah.contacttitle;
document.getElementById("CONTACTTITLE").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += " \n Contato: " + ObjLandjah.contacttitle;
document.getElementById("CIDADE").value = ObjLandjah.city;
document.getElementById("CIDADE").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += " \n Cidade: " + ObjLandjah.city;
document.getElementById("BAIRRO").value = "Bla!";
document.getElementById("BAIRRO").disabled = true;
document.getElementById("FAX").value = ObjLandjah.fax;
document.getElementById("FAX").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += "\n Fax: " + ObjLandjah.fax;
document.getElementById("LOGRADOURO").value = ObjLandjah.address;
document.getElementById("LOGRADOURO").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += "\n Logradouro:" + ObjLandjah.address;
document.getElementById("COMPANYNAME").value = ObjLandjah.companyname;
document.getElementById("COMPANYNAME").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += "\n Nome da Empresa:" + ObjLandjah.companyname;
document.getElementById("COUNTRY").value = ObjLandjah.country;
document.getElementById("COUNTRY").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += "\n Pais:" + ObjLandjah.country;
document.getElementById("UF").value = ObjLandjah.region;
document.getElementById("UF").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += " \n Região: " + ObjLandjah.region;
document.getElementById("PHONE").value = ObjLandjah.phone;
document.getElementById("PHONE").disabled = true;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += " \n Tel: " + ObjLandjah.phone;
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += '\n ************************************';
break;
case -1: insertData += "Cliente não encontrado!"; break;
case -2: insertData += "Valor digitado inválido!"; break;
case -3: insertData += "Ta com nojinho 02?."; break;
case -4: insertData += "AH ESSA ALTURA DO CAMPEONATO VC TA SEM AH BANDOLEIRA ??!"; break;
default: "PEDE PRA SAIR 01. Pede pra sair.";
}
}
catch(Error) {
insertData = "<br> <font color=#FF0000> eRrO. TIRA ESSA ROUPA PRETA QUE VC NÃO É CAVEIRA. </font> As Landjhas de mirandjas!!!"
}

document.getElementById("IWLABEL2").innerHTML += insertData;
document.getElementById("IWLABEL1").innerHTML += " <br /><b> Os senhores estão bem? Os senhores estão feridos? Algum dos senhores estão baleados? " +
" Então, no próximo post vcs vão aprender a carregar corpos!!! </b>"
document.getElementById("IWMEMO1").innerHTML += ' \n ';
}



</script>

</head>

<body>
<form id="form1" name="form1" method="post" action="">
<div id="PosControles" style="position: absolute; top: 32px; left: 12px; width: 887px; height: 92px; background-color: #3399CC;
font-size:16px; font-weight:400" align="justify"><br />Digite o Nome do Cliente: {%IWEdit1%} | {%IWButton1%}
<br>
{%Logradouro%}{%Bairro%}{%Cidade%} {%UF%}{%CEP%} {%CompanyName%}
{%ContactName%}
{%ContactTitle%}
{%Phone%}
{%Fax%}
{%Country%}
{%IWLink1%} <a href="http://localhost/estacaozncliente">Reload Page</a></div>
<div id="PosSpan" style="position: absolute; top: 128px; left: 12px; width: 440px; height: 580px; background-color: #99FF99;">
{%IWLabel1%} {%IWLabel2%}
<span id="cj">
</span>
</div>
<div id="PosMemo" style="position: absolute; top: 128px; left: 458px; width: 440px; height: 580px; background-color: #99FF99;"
align="center"><p>
{%IWMEMO1%}
testando!!
</div>


</form>
</body>
</html>


Salve a página html (o arquivo html, referente a página que acabamos de criar) com o nome de “ZnPageAjaxJsonIntraweb.html”.




O próximo passo, será criar a aplicação cliente intraweb. Retornemos ao Delphi então, para iniciarmos um projeto Intraweb ISAPI. No menu File ► New ►Other ►Intraweb ►ISAPI Application.

Adicione no IWForm1 os seguintes componentes:


IWTemplateProcessorHTML1: TIWTemplateProcessorHTML;
IWLabel1: TIWLabel;
IWEdit1: TIWEdit;
IWButton1: TIWButton;
IWMemo1: TIWMemo;
CEP: TIWEdit;
UF: TIWEdit;
Bairro: TIWEdit;
Logradouro: TIWEdit;
Cidade: TIWEdit;
IWLabel2: TIWLabel;
CompanyName: TIWEdit;
ContactName: TIWEdit;
ContactTitle: TIWEdit;
Phone: TIWEdit;
Fax: TIWEdit;
Country: TIWEdit;


No evento OnCreate do IWForm1 codifique conforme ilustrado abaixo:

procedure TformMain.IWAppFormCreate(Sender: TObject);
begin
Self.TemplateProcessor := IWTemplateProcessorHTML1;
IWTemplateProcessorHTML1.Templates.default := 'ZnPageAjaxJsonIntraweb.html';
IWLabel1.Caption := ' ';
IWMemo1.Font.Enabled := False;
IWMemo1.Font.CSSStyle := 'AreaTexto';
CEP.Width := 80;
UF.Width := 40;
Cidade.Width := 120;
Logradouro.Width := 180;
Bairro.Width := 90;
IWButton1.ExtraTagParams.Add('onClick=ZnGetCLienteWsAjax(IWEDIT1)');
IWMemo1.Lines.Add(' ');
IWEdit1.Text := 'Cactus Comidas para llevar';
end;


Observe na linha 7, estou atribuindo dinamicamente ao IWMemo1 uma classe CSS (“'AreaTexto'”) a qual está definida na página HTML que criamos anteriormente.

Ok, muito bem, meus amigos e minhas amigas, a parte referente a aplicação cliente termina aqui!! Isso é mto bom! Agora, é chegado o momento do bom e velho amigo deploy. Para isso, um “build all” na aplicação Intraweb (alt, p, b) é bem vindo, ela será compilada e a dll para deploy será gerada. So .. next step ... enjoy yourself ...
O nome do diretório virtual que vou criar será “estacaozncliente”.


No mesmo diretório onde está a dll gerada pelo Delphi na compilação deste projeto Intraweb, crie um diretório onde ficará a pagina html que o IWTemplateProcessorHTML1 vai trabalhar. Me refiro ao arquivo da página que criamos anteriormente, “ZnPageAjaxJsonIntraweb.html”. Esse diretório tem que se chamar “Templates”, desta forma não precisamos definir nenhuma configuração para TemplateProcessorHTML encontrar o arquivo.


Testando Aplicação cliente IntraWeb/ISAPI.



O link “Reload Page” coloquei para facilitar o desenvolvimento da aplicação cliente. Assim evito de ficar digitandoa url do serviço toda vez que houver alguma alteração, seja na aplicação servidora, seja na aplicação cliente, ou na página html.

Conclusão
A partir da experiência realizada e documentada neste artigo, destaco as seguintes observações:
Usar a tecnologia Ajax nos seus sistemas web, sites, ou serviços traz, além de um ganho de performance, escalabilidade e interoperabilidade. Isso porque a solução Ajax é independente da tecnologia que esteja sendo utilizada no client-side. Pretendo, para o próximo post documentar um exemplo da mesma solução desenvolvida neste arquivo, sendo que a camada cliente desenvolverei em Java com o Netbeans.
O uso do JavaScript Object Notation (Json) descomplica muito a desenvolvimento de uma solução baseada em Ájax.
Um ponto muito importante neste artigo é o emprego do componente processador de “templates” o IWTemplateProcessorHTML. Ele permite que seu form Intraweb seja construído em cima de um arquivo HTML criado separadamente. Dessa forma um leque de possibilidades se abre. No momento a que eu mais quero destacar é que com isso é possível modularizar seu projeto colocando toda a parte de layout, disign, bem como o processamento client-side. Com isso, todo o Javascript que trabalhamos nos artigos anteriores pode ser definido na página web. Igualzinho é feito por webmasters, inclusive usando a tag “src” para códigos Javascript que ficam em arquivos separados.
Javascript placement: o Código JavaScript pode estar fisicamente disposto em um diretório específico para este fim, num arquivo “.js” separado da página HTML. Isso melhora inda mais a modularização do seu sistema, site, portal, etc...
O arquivo fonte do Javascript em questão é referenciado na página HTML usando a tag “script” o atributo "src" com o nome do arquivo e o path definidos como valor.


<head>
<script language="JavaScript" src="ZnJavaScriptFile.js"></script>
</head>

Estive conversando com o Felipe e com o Malta sobre os exemplos anteriores que estive postando. Onde demonstrei o código Javascript definido como string no meio do código Delphi. Essa forma de implementar é um metodologia que condeno enfaticamente nos meus projetos. Inclusive, todos dois, tanto o Felipe, quanto o Malta, concordam e estavam me chamando a atenção sobre isso. Que o Javascript no meio do código Delphi, mesmo eu “organizando”, através de constantes o caos, é uma solução macarrônica, feia, nojenta, asquerosa. Entretanto, eu fiz dessa forma nos exemplos anteriores porque acredito que assim o artigo que estou escrevendo para o Estação ZN fica menor, menos complexo, mais didático, na medida em que eu procuro estar focado nos assuntos que pretendo falar naquele momento. Quando estou postando aqui minha ênfase é totalmente didática. Entendo que para passar um conhecimento complexo ele deve ser simplificado, de maneira que seja reduzida toda complexidade inerente ao problema em questão.
Portanto, de agora em diante, sugiro que você cuide para que, imperativamente, o Javascript fique separado da aplicação Delphi. Para isso temos basicamente dois caminhos a tomar: O primeiro seria usar o “IWTemplateProcessorHTML”. Uma segunda opção seria usar um “LoadFromFile”, ou seja ler dinamicamente arquivos com as funções Javascript. Se você optar por usar o IwTemplateProcesso, implementar desta forma, o “js” na página HTML, é uma ação intuitiva. Como fazer isso está demostrado neste artigo. Caso negativo, uma idéia, proposta pelo Malta, que eu gostei bastante, seria do Delphi, fazer um “LoadFromFile” de um arquivo, onde estaria com código JavaScript parametrizado (semelhante a um parâmetro de um comando SQL). A idéia é usar, ao invés de parâmetros de “FormatString (%s)” uma sintaxe como nome de parâmetros (:nome) e fazer substituição por pares (nome, valor). Deixe-me explicar melhor:
Veja num dos artigos anteriores: O Código Javascript que defini não tem “%s” para usar na função Format? Então, substitua todos o “%s” por uma sintaxe própria, que estaríamos criando, que represente o nome de um parâmetro. Por exemplo: ..... :par1 ... :idade ... :cidade... :idade. A exemplo de um comando SQL num TSQLQurey. Para trabalhar em conjunto, criaríamos uma função para substituir os parâmetros por valores em runtime, por exemplo: “function ZnReplaceParams(const znParmName, znParamValue: String)”. A chamada seria: “ReplaceParams('idade', '18');”. De cara podemos citar como vantagens melhor legibilidade do código Javascript, além de não fica dependente de posição (como é o caso do “Format(%s)”). Dentro da função caixa preta “ZnReplaceParams”, um StringReplace pode dar conta do recado, com rfReplaceAll e rfIgnoreCase. O que inclusive facilita quando você precisa repetir o mesmo valor várias vezes no mesmo script bastaria repetir o nome da "macro" ou parâmetro. Boa Malta, Estação Zn agradece! Tks!!
Uma outra abordagem seria usar argumentos na própria função Javascript, a qual vai estar definida num arquivo “.txt”, ou “.js”, que seja, e no Delphi atribuir as definições das chamadas a essas funções nos eventos “Javascript”, nas propriedades “ExtragParams”, ou “ScriptEvent”. Como exemplifiquei no artigo sobre validação de CIC.


Falar sobre modularização é muito simples. Mas demonstrar, é no mínimo trabalhoso. Eu prefiro inclusive demonstrar o “como não fazer”, para melhorar, aumentar a aderência da explicação do sobre “como fazer”.

Aconselho ao desenvolvedor que decidir usar o Delphi/Intraweb ter muita atenção na hora de referenciar os objetos, inputs, submits, selects, criados pelo Intraweb, no que tange a caixa do nome dos controles definidos no Delphi. Isso pq o Delphi não é case sensitive, conseqüentemente o desenvolvedor delphi não deverá, a pricípio, estar acostumado com essa restrição. Portanto, cuidado com comandos do tipo “document.getElementById("IWMEMO1")”, porque todo componente Intraweb é criado na página html com o nome em CAIXA ALTA. A função “getElementById” é sensível a caixa.
Programar em Javascript exige muita atenção a questões extra-intelectuais, pois você não vai poder contar com code insight, nem auto-complemento de código (code complete) e ainda existe o overhead de atenção na questão do case sensitive sem contar que as mensagens de erro não são tão amigáveis. Uma ferramenta que pode ajudar neste sentido são os plugins para desenvolvimento web do Fire Fox.
Outro ponto adverso é desenvolver um script client-side compatível com todos os browsers. Isso exige bastante de quem está desenvolvendo. Entretanto os bônus adquiridos em usar enfaticamente Javascript acaba compensando todos os ônus listados. Além disso, com o tempo o desenvolvedor ganha prática nesta abordagem e esses fatores negativos acabam perdendo sua força.
A tecnologia Json ainda é bem nova, nas minhas pesquisas encontrei muito pouca gente usando. Mas pra minha surpresa um número razoável de pessoas, blogs, falando sobre. Dei uma pesquisada no google trends http://www.google.com/trends sobre as buscas sobre Json.





Abaixo, código completo das units Delphi:

Aplicação Cliente Intraweb


unit IWUnit1;
{PUBDIST}

interface

uses
IWAppForm, IWApplication, IWTypes, IWCompMemo, IWCompButton, IWCompEdit,
Controls, IWControl, IWCompLabel, Classes, IWLayoutMgr,
IWTemplateProcessorHTML, IWHTMLControls;

type
TformMain = class(TIWAppForm)
IWTemplateProcessorHTML1: TIWTemplateProcessorHTML;
IWLabel1: TIWLabel;
IWEdit1: TIWEdit;
IWButton1: TIWButton;
IWMemo1: TIWMemo;
CEP: TIWEdit;
UF: TIWEdit;
Bairro: TIWEdit;
Logradouro: TIWEdit;
Cidade: TIWEdit;
IWLabel2: TIWLabel;
CompanyName: TIWEdit;
ContactName: TIWEdit;
ContactTitle: TIWEdit;
Phone: TIWEdit;
Fax: TIWEdit;
Country: TIWEdit;
procedure IWAppFormCreate(Sender: TObject);
public
end;

implementation
{$R *.dfm}

uses
ServerController, IWForm;

//ajaxconcorretor

procedure TformMain.IWAppFormCreate(Sender: TObject);
begin
Self.TemplateProcessor := IWTemplateProcessorHTML1;
IWLabel1.Caption := ' ';
IWMemo1.Font.Enabled := False;
IWMemo1.Font.CSSStyle := 'AreaTexto';
CEP.Width := 80;
UF.Width := 40;
Cidade.Width := 120;
Logradouro.Width := 180;
Bairro.Width := 90;
IWButton1.ExtraTagParams.Add('onClick=return ZnGetClienteWsAjx(IWEDIT1);');
IWMemo1.RawText := True;
IWMemo1.Lines.Add(' ');
IWEdit1.Text := 'Cactus Comidas para llevar';
end;

end.



Aplicação Servidora Webbrocker



unit Unit1;

interface

uses
SysUtils, Classes, HTTPApp, DBClient, Provider, DB, ADODB;

type
TWebModule1 = class(TWebModule)
ADOConnection: TADOConnection;
ADODataSet1: TADODataSet;
DataSetProvider1: TDataSetProvider;
ClientDataSet1: TClientDataSet;
ClientDataSet1CustomerID: TWideStringField;
ClientDataSet1CompanyName: TWideStringField;
ClientDataSet1ContactName: TWideStringField;
ClientDataSet1ContactTitle: TWideStringField;
ClientDataSet1Address: TWideStringField;
ClientDataSet1City: TWideStringField;
ClientDataSet1Region: TWideStringField;
ClientDataSet1PostalCode: TWideStringField;
ClientDataSet1Country: TWideStringField;
ClientDataSet1Phone: TWideStringField;
ClientDataSet1Fax: TWideStringField;
procedure WebModule1ZnConsClientesAction(Sender: TObject;
Request: TWebRequest; Response: TWebResponse; var Handled: Boolean);
private
{ Private declarations }
public
{ Public declarations }
end;

var
WebModule1: TWebModule1;

implementation

{$R *.dfm}

uses
Math, StrUtils;

procedure TWebModule1.WebModule1ZnConsClientesAction(Sender: TObject;
Request: TWebRequest; Response: TWebResponse; var Handled: Boolean);
const
ZnTag = '%s:%s';
var
StrStatment: String;
i, CodRetorno: Integer;
begin
with ClientDataSet1 do
begin
Params[0].AsString := '%' + Request.QueryFields.Values['znNomeCli']+ '%';
try
Open;
CodRetorno := IfThen(IsEmpty, -1, 1);
StrStatment := StrStatment +
Format(ZnTag, ['codretornoZn',
IntToStr(CodRetorno)]);

if CodRetorno = 0 then Exit;

for i := 0 to Pred(FieldCount) do
begin
StrStatment := StrStatment + ','+
Format(ZnTag, [LowerCase(ClientDataSet1.Fields[i].FieldName),
IfThen((ClientDataSet1.Fields[i].AsString = ''), QuotedStr('-'),
QuotedStr(ClientDataSet1.Fields[i].AsString))]);
end;

finally
Close;
Response.Content := Format('{%s}',[StrStatment]);
end;
end;
end;


end.


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